Ja Vou
Eu já vou, já vou, já vou, já vou
Já vou-me embora
Eu já vou, já vou, já vou, já vou
A saudade me devora
Tou com saudade do namoro na fazenda
Daquela venda onde eu jogava dominó
Ai que saudade,que vontade de dançar um forró
Tou com saudade dos banhos de riacho
Até dos cachos de licurí
Do canto livre e arteiro do bem-te-ví
Coração ta sempre apertado
Filhote desgarrado,planta sem raiz
No corre-corre todo mundo morre
Sem o final feliz
Aqui não tem trezena de santo antonio
Não tem cavalgada, não tem ba-ví
Por isso agora quero ir embora
Que eu não sou daqui
Eu não, eu não sou daqui
Não não, eu não sou daqui
Me voy
Ya me voy, ya me voy, ya me voy, ya me voy
Me estoy yendo
Ya me voy, ya me voy, ya me voy, ya me voy
La nostalgia me consume
Extraño el noviazgo en la finca
En aquella tienda donde jugaba dominó
Ay, qué nostalgia, qué ganas de bailar un forró
Extraño los baños en el arroyo
Incluso los racimos de licurí
El canto libre y travieso del bien-te-ví
El corazón siempre apretado
Cachorro perdido, planta sin raíces
En la carrera todos mueren
Sin un final feliz
Aquí no hay trece días de San Antonio
No hay cabalgata, no hay ba-ví
Por eso ahora quiero irme
Porque no soy de aquí
Yo no, yo no soy de aquí
No, no, yo no soy de aquí
Escrita por: Ailton Vizek