Manequim
Sei que o teu carinho é feito por obrigação
Sei que o teu abraço nunca foi de coração
E o meu beijo ardente tu não sentes, criatura
És natureza morta no meu quadro sem moldura
Não reclamas minha ausência
Nem te dói a consciência em querer me humilhar
Mas vou vivendo mesmo assim
Namorando um manequim
Na vitrine do meu lar
Maniquí
Sé que tu cariño es por obligación
Sé que tu abrazo nunca fue de corazón
Y mi beso ardiente no lo sientes, criatura
Eres naturaleza muerta en mi cuadro sin marco
No reclamas mi ausencia
Ni te duele la conciencia al querer humillarme
Pero sigo viviendo de todas formas
Saliendo con un maniquí
En la vitrina de mi hogar
Escrita por: Guilherme de Brito