Tangará (part. Carlos Faria)
Oxalá que alguém me diga
De uma coisa mais bonita
Dessa serra tão molhada
Que me lava a vida
Tangará perdido e solto
Num curral de horizontes
Face oposta do concreto
Onde todo ser é fonte
E ao pisar aqui
Tudo está a descobrir
Cachoeiras, pôr do Sol
Mel de abelha, colibri
Lindo vale meu amor
Vem a noite lumiar
E a voz de um cantador
Serenatas pra sonhar
Vou varar minhas cancelas
Despedir da dura guerra
Derrubar minhas pinguelas
Bandeirante beija-flor
Embrenhar nas verdes matas
Como caça e caçador
Harmonia pra viver
Traduzindo a natureza
Água, terra, bicho e flor
Tangará (part. Carlos Faria)
Ojalá que alguien me diga
De algo más bonito
De esta sierra tan mojada
Que me lava la vida
Tangará perdido y suelto
En un corral de horizontes
Cara opuesta al concreto
Donde todo ser es fuente
Y al pisar aquí
Todo está por descubrir
Cascadas, atardecer
Miel de abeja, colibrí
Hermoso valle, mi amor
Viene la noche a iluminar
Y la voz de un cantor
Serenatas para soñar
Voy a abrir mis cancelas
Despedirme de la dura guerra
Derribar mis cercas
Pionero colibrí
Adentrarme en las verdes selvas
Como presa y cazador
Armonía para vivir
Traduciendo la naturaleza
Agua, tierra, animal y flor