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Augusta a Madá

Vozes do Vício

Augusta À Madá

Garoa fina que cai na janela ao meu dispor
Nostalgia singela é, nostalgia singela
Sei que não somos mais crianças
Fazemos parte do estilo da capital
Corremos juntos com os carros na marginal

Jogo fumaça para o ar procurando o seu olhar
Entre bares e calçadas da Augusta à Madá
Meu amor, meu amor
Minha fé é o que me traz
Minha força para lutar
Passo a passo, vou com calma, sei que um dia eu chego lá
Um dia eu chego lá

Me perco nesse balanço, nesse balanço
Nesse romance com a cidade
Vejo as cores de todos os tons
Tento provar alguma liberdade

Me perco nesse balanço, nesse balanço
Nesse romance com a cidade
Vejo as cores de todos os tons
Tento provar alguma liberdade

Garoa fina que cai na janela ao meu dispor
Não tem choro nem vela, não tem choro nem vela
Sei que não somos mais crianças
Ponho meu sonho num barquinho de papel
Abençoado por anjos de aluguel

Jogo fumaça para o ar procurando o seu olhar
Entre bares e calçadas da augusta à madá
Meu amor, meu amor
Minha fé é o que me traz
Minha força para lutar
Passo a passo, vou com calma, sei que um dia eu chego lá
Um dia chego lá

Me perco nesse balanço, nesse balanço
Nesse romance com a cidade
Vejo as cores de todos os tons
Tento provar alguma liberdade

Me perco nesse balanço, nesse balanço
Nesse romance com a cidade
Vejo as cores de todos os tons
Tento provar alguma liberdade

Augusta a Madá

Llovizna fina que cae en la ventana a mi disposición
Nostalgia sencilla es, nostalgia sencilla
Sé que ya no somos niños
Formamos parte del estilo de la capital
Corremos junto a los autos en la avenida

Echo humo al aire buscando tu mirada
Entre bares y aceras de Augusta a Madá
Mi amor, mi amor
Mi fe es lo que me sostiene
Mi fuerza para luchar
Paso a paso, voy con calma, sé que algún día llegaré
Algún día llegaré

Me pierdo en este vaivén, en este vaivén
En este romance con la ciudad
Veo los colores de todos los tonos
Intento probar algo de libertad

Me pierdo en este vaivén, en este vaivén
En este romance con la ciudad
Veo los colores de todos los tonos
Intento probar algo de libertad

Llovizna fina que cae en la ventana a mi disposición
No hay llanto ni vela, no hay llanto ni vela
Sé que ya no somos niños
Pongo mi sueño en un barquito de papel
Bendecido por ángeles de alquiler

Echo humo al aire buscando tu mirada
Entre bares y aceras de Augusta a Madá
Mi amor, mi amor
Mi fe es lo que me sostiene
Mi fuerza para luchar
Paso a paso, voy con calma, sé que algún día llegaré
Algún día llegaré

Me pierdo en este vaivén, en este vaivén
En este romance con la ciudad
Veo los colores de todos los tonos
Intento probar algo de libertad

Me pierdo en este vaivén, en este vaivén
En este romance con la ciudad
Veo los colores de todos los tonos
Intento probar algo de libertad

Escrita por: Alan Simon Bravo / Caio Cruz / Fabiano de Biasi / Renan Andrade / Ricardo Marchioni