Olá, Mundo Cruel
Sonhos de ouro, poeira lunar
Você me disse que queria voar
Subterrâneos inconscientes
Subterrâneos, mentes dementes
Hoje eu quero você bem aqui perto de mim
Há um mundo novo, mas nem sempre eu quero ver
Um mundo de doideiras, pervertidas freiras
Presidentes devassos, sacanas filhos do embaço
Subterrâneos inconscientes
Meus conterrâneos, alguns dementes
Hoje o Sol já não se importa com o que houve aqui
Há um mundo novo, mas nem sempre eu quero ver
Hola, Mundo Cruel
Sueños de oro, polvo lunar
Me dijiste que querías volar
Subterráneos inconscientes
Subterráneos, mentes dementes
Hoy quiero tenerte bien cerca de mí
Hay un mundo nuevo, pero no siempre quiero ver
Un mundo de locuras, monjas pervertidas
Presidentes depravados, hijos de p*** embusteros
Subterráneos inconscientes
Mis compatriotas, algunos dementes
Hoy el Sol ya no le importa lo que pasó aquí
Hay un mundo nuevo, pero no siempre quiero ver
Escrita por: Marcos Andrada