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En Ceará no hay de eso no

Waldonys

No Ceará Não Tem Disso Não

Tenho visto tanta coisa
Nesse mundo de meu Deus
Coisas que prum cearense
Não existe explicação
Qualquer pinguinho de chuva
Fazer uma inundação
Moça se vestir de cobra
E dizer que é distração

Vocês cá da capital
Me adesculpe esta expressão

(Refrão)
No Ceará não tem disso não,
Não tem disso não, não tem disso não
No Ceará não tem disso não,
Não tem disso não, não tem disso não
Não, não, não,
No Ceará não tem disso não,
Não, não, não,
No Ceará não tem disso não,

Nem que eu fique aqui dez anos
Eu não me acostumo não
Tudo aqui é diferente
Dos costumes do sertão
Num se pode comprar nada
Sem topar com tubarão
Vou voltar pra minha terra
No primeiro caminhão

Vocês vão me adesculpar
Mas arrepito essa expressão:

No Ceará não tem disso não,
Não tem disso não, não tem disso não
No Ceará não tem disso não,
Não tem disso não, não tem disso não
Não, não, não,
No Ceará não tem disso não,
Não, não, não,
No Ceará não tem disso não,

En Ceará no hay de eso no

He visto tantas cosas
En este mundo de Dios
Cosas que para un cearense
No tienen explicación
Cualquier gota de lluvia
Provoca una inundación
Una chica vistiéndose de serpiente
Y diciendo que es una distracción

Ustedes aquí en la capital
Disculpen esta expresión

(Coro)
En Ceará no hay de eso no,
No hay de eso no, no hay de eso no
En Ceará no hay de eso no,
No hay de eso no, no hay de eso no
No, no, no,
En Ceará no hay de eso no,
No, no, no,
En Ceará no hay de eso no,

Aunque me quede aquí diez años
No me acostumbro no
Todo es diferente aquí
A las costumbres del sertão
No se puede comprar nada
Sin encontrarse con un tiburón
Voy a regresar a mi tierra
En el primer camión

Ustedes me van a disculpar
Pero reitero esta expresión:

En Ceará no hay de eso no,
No hay de eso no, no hay de eso no
En Ceará no hay de eso no,
No hay de eso no, no hay de eso no
No, no, no,
En Ceará no hay de eso no,
No, no, no,
En Ceará no hay de eso no

Escrita por: Luiz Gonzaga