Freio de Mão
Não vai adiantar querer me controlar
Você me conheceu dento de uma balada de madrugada
Não vai adiantar querer me segurar
Quando o pau nasce torto não tem solução
Solta logo esse freio de mão
Todo dia é igual a mesma falação a mesma ladainha
Isso causa revolta ai como eu sinto falta da vida que eu tinha
Toda hora ligando achando que pode me monitorar
Não adianta besteira me por na coleira que eu sei escapar
Não vai adianta querer me controlar...
Penetrou de bicão e agora quer mandar na vida alheia
Mais não vai conseguir eu não to nem ai faço oque me der na telha
Se continuar assim eu já sei que não vou aguentar segura tua onda me souta desgruda do meu calcanhar
Não vai adiantar querer me segurar...
Freno de Mano
No servirá de nada intentar controlarme
Me conociste dentro de una fiesta de madrugada
No servirá de nada intentar retenerme
Cuando el palo nace torcido no tiene solución
¡Suelta ya ese freno de mano!
Cada día es igual, la misma cháchara, la misma letanía
Esto me revuelve, cómo extraño la vida que tenía
Llamando todo el tiempo pensando que puede vigilarme
No sirve de nada ponerme la correa, sé escapar
No servirá de nada intentar controlarme...
Entraste de metiche y ahora quieres mandar en la vida ajena
Pero no lo lograrás, no me importa, hago lo que se me antoja
Si sigues así, sé que no podré aguantar, suelta tu rollo, suéltame, despega de mi talón
No servirá de nada intentar retenerme...