Coisas do Meu Rancho
Vendo as coisas do meu rancho, que um dia abrigou
Dias de felicidade, brincadeiras de amor
Sofro demais e vivo pensando em partir
Nem mesmo eu sei que rumo devo seguir
Eu não sei por quanto tempo vou viver sem querer
Outro amor na minha vida que não seja você
Sofro demais, vivo pensando em partir
Nem mesmo eu sei que romo devo seguir
Se ela perdoasse eu não diria as palavras com disse
Coisas que só magoou
Mesmo acobertando de razão estou preso ao meu remorço
Tão sozinho como estou, ou! Ou!
Qualquer dia pego a estrada, vou seguir sem parar
Alcançar qualquer destino e nunca mais vou voltar
Sofro demais, vivo pensando em partir
Nem mesmo eu sei que rumo devo seguir
As palavras são coriscos, ferem sem avisar
Quando ditas com franqueza podem até nos matar
Sofro demais, vivo pensando em partie
Nem mesmo eu sei que rumo devo seguir
Como toda estrada tem retorno e todo amor um dia acaba
Só o meu não acabou
Ela me pediu pra ir embora e a verdade dessa história
O poeta não contou ou! Ou!
Cosas de Mi Rancho
Vendo las cosas de mi rancho, que un día albergó
Días de felicidad, juegos de amor
Sufro demasiado y vivo pensando en partir
Ni siquiera sé qué rumbo debo seguir
No sé por cuánto tiempo voy a vivir sin querer
Otro amor en mi vida que no seas tú
Sufro demasiado, vivo pensando en partir
Ni siquiera sé qué rumbo debo seguir
Si ella perdonara, no diría las palabras que dije
Cosas que solo lastimaron
Aunque cubierto de razón, estoy atado a mi remordimiento
Tan solo como estoy, ¡oh! ¡oh!
Cualquier día agarro la carretera, seguiré sin parar
Alcanzar cualquier destino y nunca más volver
Sufro demasiado, vivo pensando en partir
Ni siquiera sé qué rumbo debo seguir
Las palabras son cuchillos, hieren sin avisar
Cuando se dicen con sinceridad, pueden hasta matarnos
Sufro demasiado, vivo pensando en partir
Ni siquiera sé qué rumbo debo seguir
Como toda carretera tiene retorno y todo amor un día se acaba
El mío no ha terminado
Ella me pidió que me fuera y la verdad de esta historia
El poeta no contó, ¡oh! ¡oh!