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Tú, mi Rosita

Walter Bernardino

Você Minha Rosinha

Se um dia um colibri entrar no teu quarto
Olhar tua foto, beijar e ir embora
Saiba que sou eu pensando em você
Eu tô distante, mas morrendo de saudade
Da nossa cama, teus olhos, teu sorriso
Daquele nosso amor, saudade faz doer

O tempo passa, você me maltrata
Mulher cruel do sangue de barata
Que mal que me faz com este teu orgulho nem liga pra mim
E quando eu ligo você não atende
Eu penso na gente, você nem surpreende
Não sei o que fiz pra ter um castigo vingativo assim

Eu tô sofrendo, você esta sozinha
Sou teu beija-flor, você minha rosinha
Quero teu mel pra poder viver
Tô de castigo e morrendo de saudade
Quero depressa matar minha vontade
Deixa eu voltar pra perto de você

Tú, mi Rosita

Si un día un colibrí entra en tu cuarto
Mira tu foto, besa y se va
Sabe que soy yo pensando en ti
Estoy lejos, pero muriendo de nostalgia
De nuestra cama, tus ojos, tu sonrisa
De ese amor nuestro, la nostalgia duele

El tiempo pasa, tú me maltratas
Mujer cruel de sangre de cucaracha
Qué mal me haces con tu orgullo, ni te importa
Y cuando llamo, tú no contestas
Pienso en nosotros, tú ni te sorprendes
No sé qué hice para tener un castigo así

Estoy sufriendo, tú estás sola
Soy tu colibrí, tú mi rosita
Quiero tu miel para poder vivir
Estoy castigado y muriendo de nostalgia
Quiero rápido saciar mi deseo
Déjame volver a tu lado

Escrita por: Walter Bernardino