Camaleão
O meu viver coringa-camaleão
Cabe em qualquer canto-canastra
É qualquer rima-canção
É buraco, é toca
Poesia-refrão
É jogo, é selva, dinheiro ou não
Se afunda em milhares de olhares infindos
Renasce no ódio, amor no silêncio
Divino momento de busca e espera
Me espera de bruços, me espera, me espera
Envolto em risos, lágrimas e cantos
O meu viver se sacia e cria mais sede
De olhos e braços abertos me canta
Me diz que um dia ainda me espanta
Camaleón
Mi vida comodín camaleónica
Cabe en cualquier rincón, escurridiza
Es cualquier rima, canción
Es agujero, es guarida
Poesía estribillo
Es juego, es selva, con o sin dinero
Se sumerge en mil miradas interminables
Renace en el odio, amor en el silencio
Divino momento de búsqueda y espera
Me espera boca abajo, me espera, me espera
Envuelto en risas, lágrimas y cantos
Mi vida se sacia y crea más sed
Con ojos y brazos abiertos me canta
Me dice que un día aún me sorprenderá
Escrita por: Mateus Grava / Vanildo Machado / Wander B.