Sempre Que Eu Posso Eu Fujo do Inverno
Sempre que posso eu fujo do inverno
Enterro a minha ânsia de poder viver ao Sol
Quando me encontro, perdido ao desencontro
Descubro que parado eu sinto o cheiro do formol
Eu aprendi a ignorar as minhas dúvidas
O que não entendo eu decidi deixar pra trás
Não é por menos que os meus cabelos brancos
Tenham mais histórias pra contar
Do que eu posso me lembrar se um dia eu vivi aqui
E o que eu tento esquecer já não faz parte de mim
Sempre que posso eu fujo do inverno
A friaca me apunhala como um corte de navalha
E a necessária mochila que carrego
Se apresenta bem mais leve sem tanta parafernália
São as camisetas de bandas que eu gosto
Uma bermuda e um chinelo e o violão nas minhas costas
Todo suor que escorre do meu corpo
Acredito que são lágrimas
Do que eu posso me lembrar, se algum dia eu vivi aqui
E o que eu tento esquecer, já não faz parte de mim!
Siempre que puedo, escapo del invierno
Siempre que puedo, escapo del invierno
Entierro mi ansia de poder vivir al Sol
Cuando me encuentro perdido en el desencuentro
Descubro que quieto siento el olor a formol
He aprendido a ignorar mis dudas
Lo que no entiendo he decidido dejar atrás
No es de extrañar que mis cabellos blancos
Tengan más historias que contar
De las que puedo recordar si alguna vez viví aquí
Y lo que intento olvidar ya no forma parte de mí
Siempre que puedo, escapo del invierno
El frío me apuñala como un corte de navaja
Y la necesaria mochila que cargo
Se presenta mucho más ligera sin tanta parafernalia
Son las camisetas de bandas que me gustan
Un short y unas chanclas y la guitarra en mi espalda
Todo sudor que corre de mi cuerpo
Creo que son lágrimas
De las que puedo recordar, si alguna vez viví aquí
Y lo que intento olvidar, ya no forma parte de mí!
Escrita por: Gustavo Kaly