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Corolla Preto

Wellyn

Corolla preto, rasga a noite, cautela é mínima
Motor roncando, engenhoca que intimida
Faróis acesos, prontos pra qualquer clima
Dentro dele, fantasma que ninguém liga

Corolla preto, almas perdidas na avenida
Vidro fumê, esconde a vida bandida
Ruas escuras, destino sem medida
Em cada curva, história não contida

Suspensão firme, pulso do asfalto
No peito, adrenalina, sem salto
Som grave, batida de aço forjado
Na esquina, sombra se mostrando afiado

Corolla preto, almas perdidas na avenida
Vidro fumê, esconde a vida bandida
Ruas escuras, destino sem medida
Em cada curva, história não contida

Suspensão firme, pulso do asfalto
No peito, adrenalina, sem salto
Som grave, batida de aço forjado
Na esquina, sombra se mostrando afiado

Passa veloz, desafia o tempo
Nas veias, desespero e tormento
Rastro na noite, um leve juramento
Linha de chegada, repleta de lamento

Olhares atentos, perigo aos redores
Motor acelerado, sonhos e dores
Em cada rota, chuva de rumores
Corolla preto, dos senhores terríveis, recriadores

Corolla preto
Corolla preto, dos senhores

Corolla preto
Corolla preto

Escrita por: Wellison Silveira Oliveira Silva