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No Dejes de Revolucionar

William Contraponto

Não Deixe de Revolucionar

O silêncio mais improdutivo
O cálice mais cheio
Não a paz nisso
Nem naquilo
Que não promova
Algo subversivo

Todo mundo calado
Diante de tanta ambição
Será que estão cegos
Sem enxergar além
Das fronteiras desse estado?

Essa grande força cultural
Gerou uma sociedade
Inútil... robotica, de autoridade papal
Aceitando o que vem
Como se fosse normal

Mas o natural
É sair a luta
Não se estagnar
Ou viver a acatar
Os desmandos dum sistema
Que esta cagando por você

O estado obdece a igreja
A igreja caga por você
Você obdece o estado
Todo estrago acontece em você

Acretide num outro caminho
Onde as flores crescem
E os espinhos desaparecem
Sem causar dor
Acredite num outro caminho
Numa vida liberta do opressor

Amigo,
Saia desse silêncio
Venha comigo
Vamos gritar ... bandeiras agitar
Jamais deixando de revolucionar

No Dejes de Revolucionar

El silencio más improductivo
La copa más llena
No hay paz en eso
Ni en aquello
Que no promueva
Algo subversivo

Todos callados
Ante tanta ambición
¿Estarán ciegos?
¿Sin ver más allá
De las fronteras de este estado?

Esta gran fuerza cultural
Ha generado una sociedad
Inútil... robótica, de autoridad papal
Aceptando lo que viene
Como si fuera normal

Pero lo natural
Es salir a luchar
No estancarse
O vivir acatando
Los desmanes de un sistema
Que está cagando por ti

El estado obedece a la iglesia
La iglesia caga por ti
Tú obedeces al estado
Todo el desastre sucede en ti

Cree en otro camino
Donde las flores crecen
Y las espinas desaparecen
Sin causar dolor
Cree en otro camino
En una vida liberada del opresor

Amigo,
Sal de este silencio
Ven conmigo
Vamos a gritar... agitar banderas
Nunca dejando de revolucionar

Escrita por: William Contraponto