No Meio Do Caos
Estou no meio de um caos, fugindo desse mal.
Em terra de gigantes que se julga o maioral
Pisoteado, abalado, no meio dos destroços.
A fé quase assassinada pelo discurso desses porcos
Com medo de tudo e escondendo de todos
Essa caverna ta escura e nesse frio não tem fogo
Por que é que estou aqui nessa situação
Será que pequei tanto assim pra não ser um campeão
Rejeitado, humilhado, e me sentindo sozinho.
Vários seguindo o lado contrário do caminho
Bem no meio dessa guerra consigo ver uma solução
A semente caiu em boa terra e nasceu essa canção
O meu Deus nunca falhará, eu sei que chegará minha vez
Minha sorte Ele mudará, diante dos meus olhos.
Tudo isso acontecendo e ninguém pede socorro
Quando a ajuda vem ou eu corro ou eu morro
Ninguém ajuda ninguém, mata por nota de cem.
Na lei da sobrevivência sempre vai sempre vem
E quando ajuda chega e eu tento gritar
Chega outro na minha frente e tenta minha voz calar
Oh! Deus e agora quem poderá me ajudar?
Fundo do poço, no topo minha voz não consegue ecoar.
Eu acordo e me recordo que foi me feito uma promessa
Sem chance pro inimigo, vem comigo não tem dessa.
Não que eu esteja com pressa, tudo tem o seu tempo.
Fortalecido, revestido, e não mais perdido ao relento.
En Medio del Caos
Estoy en medio de un caos, huyendo de este mal.
En tierra de gigantes que se creen los más importantes.
Pisoteado, sacudido, en medio de los escombros.
La fe casi asesinada por el discurso de estos cerdos.
Con miedo de todo y escondiéndome de todos.
Esta cueva está oscura y en este frío no hay fuego.
¿Por qué estoy aquí en esta situación?
¿Será que pequé tanto así para no ser un campeón?
Rechazado, humillado, y sintiéndome solo.
Varios siguiendo el camino contrario.
Justo en medio de esta guerra puedo ver una solución.
La semilla cayó en buena tierra y nació esta canción.
Mi Dios nunca fallará, sé que llegará mi turno.
Mi suerte Él cambiará, ante mis ojos.
Todo esto sucediendo y nadie pide socorro.
Cuando la ayuda llega, o corro o muero.
Nadie ayuda a nadie, mata por un billete de cien.
En la ley de la supervivencia siempre va y viene.
Y cuando la ayuda llega y trato de gritar.
Otro llega delante de mí y trata de callar mi voz.
¡Oh! Dios, ¿y ahora quién podrá ayudarme?
En el fondo del pozo, en la cima mi voz no puede resonar.
Despierto y recuerdo que se me hizo una promesa.
Sin oportunidad para el enemigo, ven conmigo no hay de eso.
No es que tenga prisa, todo tiene su tiempo.
Fortalecido, revestido, y ya no perdido al relento.
Escrita por: William de Responsa