A verdade
Em busca de uma virtude:
"o que eu faço pra sobreviver aqui?"
Sinto-me como um piano em uma terra onde
não há fundos musicais [...]
Pequeno barco naufragou em um imenso oceano,
sem ter pra quem sorrir.
Quem são os donos do poder
e a ameaça iminente que aqui está?
Eu não consigo nem correr!
Pulsos cortados e os meus olhos à lacrimejar...
E agora eu me pergunto: 'onde está você?'
Que não me ensinou a caminhar!
Que não me deu amor materno!
Que não me deu amor...
Não posso ver tua beleza interna absoluta,
cuja serenidade aflora através do teu olhar.
O teu sorriso é esplêndido; me faz querer
viver e não ter medo de morrer!
La verdad
En busca de una virtud:
'¿qué debo hacer para sobrevivir aquí?'
Me siento como un piano en una tierra donde
no hay fondos musicales...
Pequeño barco naufragó en un inmenso océano,
sin tener a quién sonreír.
¿Quiénes son los dueños del poder
y la amenaza inminente que está aquí?
¡No puedo ni siquiera correr!
Muñecas cortadas y mis ojos lagrimeando...
Y ahora me pregunto: '¿dónde estás tú?'
¡Que no me enseñaste a caminar!
¡Que no me diste amor materno!
¡Que no me diste amor...
No puedo ver tu belleza interna absoluta,
cuya serenidad aflora a través de tu mirada.
Tu sonrisa es espléndida; me hace querer
vivir y no tener miedo de morir!
Escrita por: Clóvis Barro / Paulo Willos / Rafael Barros / Willams Xavier