Último Posteiro
Naquele fundo de campo
Morou o homem e a razão
Talvez, o último bravo
Campeiro do meu rincão
Os filhos foram pra o povo
Manguear letras pra o papel
E o Pedro, mudou querência
Pra ser posteiro no céu
E o Pedro, mudou querência
Pra ser posteiro no céu
Pai do meu pai, meu avô
Bisavô do meu herdeiro
Posteiro, guapo e caudilho
Meu velho ancestral campeiro
Posteiro, guapo e caudilho
Meu velho ancestral campeiro
Desejos de saber mais
Ter canudos e vaidade
Levar os filhos do Pedro
Pra os bancos das faculdades
Engenheiro, Bacharel
Um deles, conseguirá!
Quem tem cepa de campeiro
A faculdade está lá
E assim, no fundo de campo
Quando passar um tropeiro
Verá na beira da estrada
A tapera do posteiro
Verá na beira da estrada
A tapera do posteiro
Pai do meu pai, meu avô
Bisavô do meu herdeiro
Posteiro, guapo e caudilho
Meu velho ancestral campeiro
Posteiro, guapo e caudilho
Meu velho ancestral campeiro.
Último Posteiro
En aquel rincón del campo
Vivió el hombre y la razón
Quizás, el último valiente
Gaucho de mi tierra
Los hijos se fueron al pueblo
Aprender letras en el papel
Y Pedro, cambió de lugar
Para ser guardián en el cielo
Y Pedro, cambió de lugar
Para ser guardián en el cielo
Padre de mi padre, mi abuelo
Bisabuelo de mi heredero
Guardián, valiente y líder
Mi viejo ancestro gaucho
Guardián, valiente y líder
Mi viejo ancestro gaucho
Deseos de saber más
Tener diplomas y vanidad
Llevar a los hijos de Pedro
A las aulas de la universidad
Ingeniero, Licenciado
¡Uno de ellos lo logrará!
Quien tiene raíces gauchas
La universidad está allí
Y así, en el rincón del campo
Cuando pase un arriero
Verá en el borde del camino
La choza del guardián
Verá en el borde del camino
La choza del guardián
Padre de mi padre, mi abuelo
Bisabuelo de mi heredero
Guardián, valiente y líder
Mi viejo ancestro gaucho
Guardián, valiente y líder
Mi viejo ancestro gaucho.
Escrita por: Eron V. Mattos / Luiz Godinho / Zulmar Benites