Mensagem
Venham comigo desfrutar aqui no campo
Da natureza e o esplendor desta paisagem
Aos que não sabem, eu espero que compreendam
Minhas razões e o porquê desta mensagem
Aqui vive-se em perfeita harmonia
Flores silvestres como ouro dos trigais
E o direito e a liberdade conquistados
Não se diferem, para todos são iguais
(Refrão)
Os alecrins quando florescem dão mais vida
E mais perfume quando nascem as manhãs
Serviram tempo as narcejas anunciam
Amadrinhadas pelo voo dos pavãos
Também existe uma restinga de águas claras
Como santuário do trapear de um lambari
Que é na essência o passa-tempo mais sagrado
Para a infância inocente de um guri
Cai no meu chão a inconsciência não tem vaza
É cada um a preservar o que lhe é seu
Não faz sentido devastar o que hoje temos
Se a natureza, sem cobrar tudo nos deu
Só peço a Deus que tudo isto que herdamos
Se perpetue na vivência do pampeiro
Pois quando eu for quero levar dentro do peito
Esta certeza pra o meu sono derradeiro
(Repete o Refrão)
Para a infância inocente de um guri.
Mensaje
Vengan conmigo a disfrutar aquí en el campo
De la naturaleza y el esplendor de este paisaje
A aquellos que no saben, espero que comprendan
Mis razones y el porqué de este mensaje
Aquí se vive en perfecta armonía
Flores silvestres como oro de los trigales
Y el derecho y la libertad conquistados
No se diferencian, para todos son iguales
(Refrán)
Los romeros cuando florecen dan más vida
Y más perfume cuando nacen las mañanas
Sirven de tiempo las narcejas anuncian
Acompañadas por el vuelo de los pavos
También existe una restinga de aguas claras
Como santuario del pescar de un pejerrey
Que es en esencia el pasatiempo más sagrado
Para la infancia inocente de un chico
Cae en mi suelo la inconsciencia no tiene salida
Es cada uno preservando lo que es suyo
No tiene sentido devastar lo que hoy tenemos
Si la naturaleza, sin cobrar, todo nos dio
Solo pido a Dios que todo esto que heredamos
Se perpetúe en la vida del pampeano
Pues cuando me vaya quiero llevar dentro del pecho
Esta certeza para mi último sueño
(Repite el Refrán)
Para la infancia inocente de un chico.
Escrita por: Luiz Carlos Novaes / Wilson Paim