Começo a luta da segunda feira
Descendo o morro, malandro não bobeia
Trago de berço, seu moço, sorriso no rosto
Por que a vida, não esta pra brincadeira
Driblo a rotina
Sonho ser artista
De ver o meu samba um dia
Ser cantado por uma grande multidão
Eu não duvido
Com fé no divino
Cabeça erguida
Vou seguindo pedindo em oração
Quando a favela canta os seus males espanta
Ai meu coração se agiganta
É festa
É pagode na palma da mão