Lã e o Cobertor
Eu sou desses que amar é vital manter
Até desintegrar e assim permanecer
Desejar ser a lã que alguém irá tecer
Pra ser seu cobertor lhe aquecer
Quem bebe o que sobrar vai mendigar prazer
Jamais implora amor quem já pagou pra ver
Afinal quase nada se aplica ou se faz natural
Há quem sinta prazer onde à dor nada ira mudar
Indecente inocência é o amor, cego e circular
É assim que me entrego a você sem questionar
Preenche esse espaço que seja um abraço
Eu fiquei sem rumo de tanto beijar
Me deixa e ofereça dos pés à cabeça
E não se atreva a demorar
Preenche esse espaço que seja um abraço
Eu fiquei sem rumo de tanto beijar
Me deixa e ofereça dos pés à cabeça
E não se atreva a demorar
Eu sou desses que amar é vital manter (manter)
Até desintegrar (desintegrar) e assim permanecer
Desejar ser a lã que alguém irá tecer
Pra ser seu cobertor, lhe aquecer
Quem bebe o que sobrar vai mendigar prazer
Jamais implora amor quem já pagou pra ver
Afinal quase nada se aplica ou se faz natural
Há quem sinta prazer onde à dor nada irá mudar
Indecente inocência é o amor, cego e circular
É assim que me entrego a você sem questionar
Preenche esse espaço que seja um abraço
Eu fiquei sem rumo de tanto beijar
Me deixa e ofereça dos pés à cabeça
E não se atreva a demorar
Preenche esse espaço que seja um abraço
Eu fiquei sem rumo de tanto beijar
Me deixa e ofereça dos pés à cabeça
E não se atreva a demorar
Preenche esse espaço que seja um abraço
Eu fiquei sem rumo de tanto beijar
Me deixa e ofereça dos pés à cabeça
E não se atreva a demorar
Preenche esse espaço que seja um abraço
Eu fiquei sem rumo de tanto beijar
Me deixa e ofereça dos pés à cabeça
E não se atreva a demorar
Lana y la Manta
Soy de los que amar es vital mantener
Hasta desintegrarse y así permanecer
Deseo ser la lana que alguien tejerá
Para ser tu cobertor y abrigarte
Quien beba lo que sobre mendigará placer
Nunca ruega amor quien ya pagó por ver
Después de todo, casi nada se aplica o se hace natural
Hay quienes encuentran placer donde el dolor no cambiará
Indecente inocencia es el amor, ciego y circular
Así es como me entrego a ti sin cuestionar
Llena ese espacio que sea un abrazo
Me quedé sin rumbo de tanto besar
Déjame y ofrece de pies a cabeza
Y no te atrevas a tardar
Llena ese espacio que sea un abrazo
Me quedé sin rumbo de tanto besar
Déjame y ofrece de pies a cabeza
Y no te atrevas a tardar
Soy de los que amar es vital mantener (mantener)
Hasta desintegrar (desintegrar) y así permanecer
Deseo ser la lana que alguien tejerá
Para ser tu cobertor, abrigarte
Quien beba lo que sobre mendigará placer
Nunca ruega amor quien ya pagó por ver
Después de todo, casi nada se aplica o se hace natural
Hay quienes encuentran placer donde el dolor no cambiará
Indecente inocencia es el amor, ciego y circular
Así es como me entrego a ti sin cuestionar
Llena ese espacio que sea un abrazo
Me quedé sin rumbo de tanto besar
Déjame y ofrece de pies a cabeza
Y no te atrevas a tardar
Llena ese espacio que sea un abrazo
Me quedé sin rumbo de tanto besar
Déjame y ofrece de pies a cabeza
Y no te atrevas a tardar
Llena ese espacio que sea un abrazo
Me quedé sin rumbo de tanto besar
Déjame y ofrece de pies a cabeza
Y no te atrevas a tardar
Llena ese espacio que sea un abrazo
Me quedé sin rumbo de tanto besar
Déjame y ofrece de pies a cabeza
Y no te atrevas a tardar