Raimunda
Muié véia eu vô funga no teu cangote
Que é pra mode se vê
Os piolho se alvorota
Tu vai senti um cheirinho de brilhantina
Gracheira com creolina e nós vamo se acomoda
Eu aprecio esse teu cheiro de pelego
Bafo de mondongo azedo e hoje eu vou te arreganha
Refrão...
Quadra o corpo, muié véia, e vem de lado
Eu já estou pegando fogo e vou posa no teu costado
Não interessa que te chamem de raimunda
Pois tu e feia de cara, mas um colosso de bunda
Teu cabelo, igualzinho paia de milho
Com prefume de zorrilho
Atadito com cipo
Crava as munheca nessa cintura de ovo
Com faro de cusco novo nas tuas ancas de soco
Mexo e me viro com jeito de taturana
E a cobrita mucurana procurando o bororo
Raimunda
Mujer vieja, voy a husmear en tu cuello
Para vernos
Los piojos se alborotan
Vas a sentir un olor a brillantina
Grasa con creolina y nos acomodaremos
Aprecio ese olor a piel curtida tuya
Aliento a mondongo agrio y hoy te voy a abrir
Coro...
Agáchate, mujer vieja, y ven de lado
Ya estoy ardiendo y me voy a recostar en tu costado
No importa que te llamen Raimunda
Porque eres fea de cara, pero un coloso de trasero
Tu cabello, igual a paja de maíz
Con perfume a zorrillo
Atado con cipo
Clava las muñecas en esa cintura de huevo
Con olor a cachorro nuevo en tus caderas de golpe
Me muevo y giro con estilo de oruga
Y la serpiente muda buscando el bororo
Escrita por: Xiru Missioneiro