Apendicite
Eu, vivo todos dias esperando minha vez
O meu plano estava escrito em 93
E o que alivia o azedume dos meus dias
É olhar a estrada e saber
Eu hei de fugir daqui
Pois quanto mais eu sou menos eu sei
Hei de fugir daqui
São as migalhas do chão que me
Farão rei
Eu, sempre levo o mapa do mundo em meus sapatos
E meu futuro me manda lembranças de Santiago
E a herança que eu deixo pros meus filhos
É o amor aos trilhos
Eu hei de fugir daqui
Pois quanto mais eu sou menos eu sei
Hei de fugir daqui
São as migalhas do chão que me
Farão rei
Oh Maira, avise que eu nunca mais vou voltar
Apendicite
Yo, vivo cada día esperando mi turno
Mi plan estaba escrito en el 93
Y lo que alivia la amargura de mis días
Es mirar la carretera y saber
He de escapar de aquí
Porque cuanto más soy, menos sé
He de escapar de aquí
Son las migajas del suelo las que me
Harán rey
Yo siempre llevo el mapa del mundo en mis zapatos
Y mi futuro me envía recuerdos de Santiago
Y la herencia que dejo a mis hijos
Es el amor por los rieles
He de escapar de aquí
Porque cuanto más soy, menos sé
He de escapar de aquí
Son las migajas del suelo las que me
Harán rey
Oh Maira, avisa que nunca más volveré
Escrita por: Matheus Albrecht, Lucas Gabriel, Luan Fahl, Guilherme Gabriel, Giovanni Ferri