Pra Matar
Eu respeito minha arte
Eu respeito minha luta
Sei do que eu faço parte
Pra lá, filha da puta
Eu respeito minha arte
Eu respeito minha luta
Sei do que eu faço parte
Pra lá, filha da puta
Eu não vou parar
Cansou, mas não vou mostrar
Eu não nasci pra lutar
Mas se é o que a vida quer
Vou botar pra matar
Você não me conhece
Não sabe de onde eu venho
Eu canto pra cidade
A cidade com desdenho
Nos becos e vielas
Eu me escondo deles, delas
Das dores, dos demônios
Dos homens que são medonhos
Das mulheres que me veem apenas como objeto
Uma marca, um chaveiro, eu odeio homem hétero
Eu regurgito, eu entro em atrito
Cê sabe que eu grito se você me tocar
Eu sei que a tara uma hora para
E continua
Eu não vou parar
Cansou, mas não vou mostrar
Eu não nasci pra lutar
Mas se é o que a vida quer
Para Matar
Yo respeto mi arte
Yo respeto mi lucha
Sé de qué soy parte
Para allá, hija de puta
Yo respeto mi arte
Yo respeto mi lucha
Sé de qué soy parte
Para allá, hija de puta
No voy a parar
Cansado, pero no voy a mostrar
No nací para pelear
Pero si es lo que la vida quiere
Voy a ir a matar
Tú no me conoces
No sabes de dónde vengo
Canto para la ciudad
La ciudad con desdén
En callejones y callejuelas
Me escondo de ellos, de ellas
De los dolores, de los demonios
De los hombres que dan miedo
De las mujeres que me ven solo como objeto
Una marca, un llavero, odio al hombre heterosexual
Regurgito, entro en conflicto
Sabes que grito si me tocas
Sé que la obsesión en algún momento se detiene
Y continúa
No voy a parar
Cansado, pero no voy a mostrar
No nací para pelear
Pero si es lo que la vida quiere
Escrita por: Oliver / Yan Alves