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Arena

Yasmin

Areia

Você diz que é profunda
Que teme ver o fim
Se contradiz e nunca ‘tá aqui
Quando mostro o que há em mim
Com os pés na areia sem poder me fixar
Minhas raízes viram pó em qualquer lugar

Nunca me acostumei a ser só
Nunca me acostumei a ser de alguém
Pois em teus braços sempre fui nós
Me vi atada aqui, sem ninguém

Então volta, há sempre um pouco mais
Não demora, que o tempo não espera mais de nós
Me dói dizer, que não sei quem sou
Sem você
Sem você

Seus olhos me inundam
Carregam sempre um mar de água e sal
Seus silêncios me perturbam
Declarações que foram sempre em vão

Eu vou me acostumar a ser só
E nunca mais ser de alguém
Me desatar de ti, sem mais nós
Mas sem você aqui, sou ninguém

Então volta, há sempre um pouco mais
Não demora, que o tempo não espera mais de nós
Me dói dizer, que não sei quem sou
Sem você
Sem você

Arena

Dices que eres profunda
Que temes ver el final
Te contradices y nunca estás aquí
Cuando muestro lo que hay en mí
Con los pies en la arena sin poder aferrarme
Mis raíces se convierten en polvo en cualquier lugar

Nunca me acostumbré a estar solo
Nunca me acostumbré a ser de alguien
Porque en tus brazos siempre fuimos nosotros
Me vi atada aquí, sin nadie

Así que vuelve, siempre hay un poco más
No tardes, que el tiempo ya no espera por nosotros
Me duele decir que no sé quién soy
Sin ti
Sin ti

Tus ojos me inundan
Siempre llevan un mar de agua y sal
Tus silencios me perturban
Declaraciones que siempre fueron en vano

Voy a acostumbrarme a estar solo
Y nunca más ser de alguien
Desatarme de ti, sin más nosotros
Pero sin ti aquí, soy nadie

Así que vuelve, siempre hay un poco más
No tardes, que el tiempo ya no espera por nosotros
Me duele decir que no sé quién soy
Sin ti
Sin ti

Escrita por: Yasmin