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Último adiós

Zé Carreiro e Carreirinho

Último Adeus

Vem a aurora raiando distante.
Vou-me embora daqui soluçando
Seu amor para outro pertence.
Não convém mais ficar esperando.
Se seus lábios ingratos pudessem.
Despedindo se unirem aos meus.
Nesta valsa sentida que eu canto,
Ouviria baixinho meu último adeus.

Adeus... Talvez não te vejo mais.
Se ouvir... Dentro da noite meus ais.
Não procure saber por que choro.
E depois se souber que eu morri.
Não lastime que a morte é um alívio,
E a vida é tão triste ausente de ti.

Vi de branco com outro ao seu lado.
Quando a escada da igreja descia.
Era a noiva mais linda da tarde.
E eu era quem mais padecia.
O teu véu e a grinalda de flores.
Aumentavam os encantos teus.
Vendo o povo te dar parabéns,
Compreendi que era aquele o meu último adeus!

Adeus... Talvez não te vejo mais.
Se ouvir... Dentro da noite meus ais.
Não procure saber porque choro.
E depois se souber que eu morri.
Não lastime que a morte é um alívio,
E a vida é tão triste ausente de ti.

Último adiós

El amanecer se está saliendo del camino
Voy a salir de aquí sollozando
Tu amor por otro pertenece
No es bueno esperar más
Si tus labios desagradecidos pudieran
Adiós a unirme a la mía
En este vals sentido que canto
Escucharía silenciosamente mi última despedida

Adiós. Adiós. Tal vez ya no te vea
Si escuchas... Por la noche, mi AIS
No intentes saber por qué lloro
Y si sabes que estoy muerto
No lujures que la muerte es un alivio
Y la vida está tan triste lejos de ti

Te vi en blanca con otra a tu lado
Cuando bajó la escalera de la iglesia
Era la novia más hermosa de la tarde
Y yo fui el que más sufrió
Tu velo y la corona de flores
Aumentaron tus encantos
Viendo a la gente darle felicitaciones
¡Me di cuenta de que era mi último adiós!

Adiós. Adiós. Tal vez ya no te vea
Si escuchas... Por la noche, mi AIS
No intentes saber por qué lloro
Y si sabes que estoy muerto
No lujures que la muerte es un alivio
Y la vida está tan triste lejos de ti

Escrita por: Carreirinho / Jose Fortuna