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Lo que amo no olvido

Zé Cícero Forrozeiro

Quem Amo Não Esqueço

O meu canto é de tristeza igual esse canarinho
Que se pudesse voar voltava para o seu ninho
Sofro tanto que padeço
Quem eu amo eu não esqueço
Preciso dos seus carinhos

Sofro tanto que padeço
Quem eu amo eu não esqueço
Preciso dos seus carinhos

Se eu pudesse voar pra voltar pra o meu sertão
Mas tô sendo aprisionado por alguém sem coração
Que não sabe o que é amor
E nem conhece o que é paixão

Que não sabe o que é amor
E nem conhece o que é paixão

Em cima de um galhinho era onde eu cantava
Morava lá no meu ninho, juntinho da minha amada
Hoje vivo na gaiola, a solidão me devora
Ô que saudade malvada

Hoje vivo na gaiola, a solidão me devora
Ô que saudade malvada

Meu amigo por favor, solte este canarinho
Que ele precisa voar para voltar pra seu ninho
Isso ele não mereceu
Solte ele e prenda eu
E tenha dó desse bichinho

Isso ele não mereceu
Solte ele e prenda eu
E tenha dó desse bichinho

Lo que amo no olvido

Mi canto es de tristeza como el de este canarito
Que si pudiera volar, regresaría a su nido
Sufro tanto que padezco
A quien amo no olvido
Necesito de tus cariños

Sufro tanto que padezco
A quien amo no olvido
Necesito de tus cariños

Si pudiera volar para regresar a mi tierra
Pero estoy siendo aprisionado por alguien sin corazón
Que no sabe lo que es amor
Y no conoce la pasión

Que no sabe lo que es amor
Y no conoce la pasión

En lo alto de una ramita era donde cantaba
Vivía allí en mi nido, junto a mi amada
Hoy vivo en la jaula, la soledad me devora
¡Qué maldita nostalgia!

Hoy vivo en la jaula, la soledad me devora
¡Qué maldita nostalgia!

Amigo por favor, libera a este canarito
Que necesita volar para regresar a su nido
Él no se lo mereció
Libéralo y enciérrame a mí
Y ten compasión de esta criaturita

Él no se lo mereció
Libéralo y enciérrame a mí
Y ten compasión de esta criaturita

Escrita por: Zé Cícero Forrozeiro