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No maltrates al nordestino

Zé Malhada

Não Maltrate o Nordestino

Eu sou do nordeste
Se você soubesse
O tanto que eu já sofri
Minha pele queimada
Minhas mãos calejadas
Mais juro nunca desisti

Amo meus irmãos
Nordeste meu chão
Me dói só de escutar
Descriminação tanta humilhação
Que a gente tem que enfrenta
Pra viver pra nossos filhos
Agente alimentar

Senhor fazendo doutor engenheiro
Não maltrate o nordestino não
Meu povo guerreiro
Vaqueiro pedreiro
Que luta pra ganhar o pão

Senhor fazendo doutor engenheiro
Não maltrate o nordestino não
Meu povo guerreiro
Vaqueiro pedreiro
Que luta pra ganhar o pão

No maltrates al nordestino

Soy del nordeste
Si supieras
Cuánto he sufrido
Mi piel quemada
Mis manos callosas
Pero juro que nunca me rendí

Amo a mis hermanos
Nordeste mi tierra
Me duele solo de escuchar
Discriminación, tanta humillación
Que tenemos que enfrentar
Para vivir por nuestros hijos
Y alimentarlos

Señor, haciendo doctores ingenieros
No maltrates al nordestino
Mi gente guerrera
Vaqueiros albañiles
Que luchan por ganarse el pan

Señor, haciendo doctores ingenieros
No maltrates al nordestino
Mi gente guerrera
Vaqueiros albañiles
Que luchan por ganarse el pan

Escrita por: Zé Malhada