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Serenata Bossa Nova

Zé Pagão e Fostino

Serenata Bossa Nova

Querida Inácia traidora muié marvada
Descomungada
Venha aliviar meu sofrimento
Desse sarnento

Quando alembro que eu dei aquele beijinho
No fucinho
Nunca mais me saiu dos pensamento
Desse pioiento

Perdão Inácia se eu magoei a tua alma
Tenha calma
No dia que eu fiz a serenata
Comeu batata

O perfume que eu senti da sua boquinha
Era sardinha
O teu sorriso que alegrava meu coração
Desse bobão

Até hoje ainda espero a sua resposta
Atrás da porta
Eu não como mais quando me zango
Só come frango

Tô passando há mais de quinze dia
À melancia
Estou querendo até me suicidá
Com guaraná

Serenata Bossa Nova

Querida Inácia, traidora mujer malvada
Excomulgada
Ven a aliviar mi sufrimiento
De este sarnoso

Cuando recuerdo aquel besito
En la nariz
Nunca más se me fue de la mente
De este piojento

Perdón, Inácia, si herí tu alma
Ten calma
El día que hice la serenata
Comió papas

El perfume que sentí de tu boquita
Era pescado
Tu sonrisa que alegraba mi corazón
De este tonto

Hasta hoy sigo esperando tu respuesta
Detrás de la puerta
Ya no como cuando me enojo
Solo como pollo

Llevo más de quince días
Comiendo sandía
Estoy pensando hasta suicidarme
Con guaraná

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