Esqueleto em Pé
Esqueleto em Pé
Ói cumé cotô, meu amô
Ói cumé que tu me dexô
Pegô, pisô, maltratô para valer, pois é
Isso me doeu
Muita pancada tu deu
Hoje eu tô morto de esqueleto em pé
Que deu em mim, tá grudado em você, pra fazer num sei o quê? inté!
Sem cafuné, nem de noite nem de dia, vou pegar, com alegria, boné!
Sua beleza já num põe a minha mesa, nem é mais a sobremesa que sonhei pra mim
Por isso digo, eu começo a acordar e loguinho eu vou dar no pé
E por aí sabe quem vai me levar, num preciso nem nadar? Maré!
E vou dançar, vou compor para mostrar que a beleza tá em mim. Filé!
A alegria vai me dar a confiança, vou viver essa criança que me faz assim
E o amor vai me achar aonde eu for e trazer a minha flor-mulher!
Esqueleto de Pie
Esqueleto de Pie
Mira cómo cortaste, mi amor
Mira cómo me dejaste
Tomaste, pisoteaste, maltrataste de verdad, así es
Eso me dolió
Muchos golpes me diste
Hoy estoy muerto de esqueleto de pie
¿Qué pasó conmigo, está pegado en ti, para hacer no sé qué? ¡hasta!
Sin caricias, ni de noche ni de día, me voy con alegría, gorra en mano
Tu belleza ya no pone mi mesa, ni es el postre que soñé para mí
Por eso digo, empiezo a despertar y pronto me largaré
Y por ahí sabes quién me llevará, ¿no necesito ni nadar? ¡Marea!
Y bailaré, compondré para mostrar que la belleza está en mí. ¡Genial!
La alegría me dará confianza, viviré como un niño que me hace así
Y el amor me encontrará donde sea que vaya y traerá a mi flor-mujer!
Escrita por: Edinei Guedes / Édio Pires