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Equilibrio Yo

Zé Trindade

Balance Eu

O óbito para ver a mulherada
Não quer saber
Não tem homem
Não te praticar
Mas não quer porque
Eu pedi era peixe e o palhado
Mordo bem baratinho
Peitão, doidão
Era para ti
Eu não fui
Eu para guardar, mas aquela

Ai ai ai
Meu amor demais eu bote
Eu enquanto o Brasil
Se eu ri era pente muito bem
Que que aconteceu eu era bem
E não pedi nada hoje não
Dói dói dói
O amigo do gordo pra queijo
Para casa e não vou
Apertar um tapão
Eu quero magoado
Eu tenho uma mulherada
Mas que é brincadeira
É minha mulherada

Pede para casa
Vai te emprestando um homem
Ela tira encanto
Para cara que foi embora
Quando eu abrir a porta não para de mulher
Ah patê não tem sapateiro aí
Do gordo tanto louco, já bateu amor
Fim do mundo mas do cedo
Mas não qualquer coisa para chata
Au a mulherada mas que não só
Eu perdi rapaz, Ricardão hoje no meu cachorro

Equilibrio Yo

La muerte para ver a las chicas
No quiere saber
No hay hombre
No te va a practicar
Pero no quiere porque
Yo pedí era pescado y el pajarito
Muerdo bien baratito
Pechón, loco
Era para ti
Yo no fui
Yo para guardar, pero aquella

Ay ay ay
Mi amor, demasiado te puse
Yo mientras Brasil
Si reí era peinado muy bien
¿Qué pasó? Yo estaba bien
Y no pedí nada hoy no
Duele, duele, duele
El amigo del gordo para queso
Para casa y no voy
Apretar un buen golpe
Quiero estar dolido
Tengo una chica
Pero qué es esto
Es mi chica

Pide para casa
Te va prestando un hombre
Ella quita el encanto
Para el tipo que se fue
Cuando abra la puerta no para de chicas
Ah, no hay zapatero ahí
Del gordo tanto loco, ya golpeó amor
Fin del mundo pero temprano
Pero no cualquier cosa para molestar
Au, las chicas, pero no solo
Perdí, amigo, Ricardón hoy en mi perro

Escrita por: Jorge Moisés, Isaac do Gordo