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Nada Más

Zeca Baleiro

Nada Além

Você não quer ver nada além do seu umbigo
E eu quero ver o que há depois do perigo
Você acha que ninguém sofre mais do que você
Talvez porque não saiba ao certo o que é sofrer
Ando pelas ruas cheirando a fumaça dos motores
Enquanto você fantasia suas dores de amores

Você não quer ver nada além do seu mundinho
E eu prefiro escrever meu próprio caminho
Você ainda acha que ninguém sofre mais do que você
Talvez porque não saiba ao certo o que é sofrer
Você sonha ser princesa em castelos fabulosos
Enquanto eu vago na cidade entre inocentes e criminosos

Você não quer ver nada além
Ninguém pode ensinar nada a ninguém
Você não quer ver nada além
Ninguém pode ensinar nada a ninguém

Você sonha ser princesa em castelos fabulosos
Enquanto eu vago na cidade entre inocentes e criminosos

Você não quer ver nada além
Ninguém pode ensinar nada a ninguém
Você não quer ver nada além
Ninguém pode ensinar nada a ninguém

Fique com os seus bonsais, seus haicais,
Sua paz, suas flores, seu jardim de inverno
Se isso é céu, eu prefiro meu inferno

Nada Más

No quieres ver nada más que tu ombligo
Y yo quiero ver qué hay más allá del peligro
Piensas que nadie sufre más que tú
Quizás porque no sabes realmente lo que es sufrir
Caminando por las calles oliendo el humo de los motores
Mientras tú fantaseas con tus dolores de amores

No quieres ver nada más que tu pequeño mundo
Y yo prefiero trazar mi propio camino
Todavía crees que nadie sufre más que tú
Quizás porque no sabes realmente lo que es sufrir
Sueñas con ser princesa en fabulosos castillos
Mientras yo deambulo por la ciudad entre inocentes y criminales

No quieres ver nada más
Nadie puede enseñarle nada a nadie
No quieres ver nada más
Nadie puede enseñarle nada a nadie

Sueñas con ser princesa en fabulosos castillos
Mientras yo deambulo por la ciudad entre inocentes y criminales

No quieres ver nada más
Nadie puede enseñarle nada a nadie
No quieres ver nada más
Nadie puede enseñarle nada a nadie

Quédate con tus bonsáis, tus haikus,
Tu paz, tus flores, tu jardín de invierno
Si eso es cielo, yo prefiero mi infierno

Escrita por: Frejat / Zeca Baleiro