Bagunça e Baderna
Recomeçar é bagunça e baderna
É tanta dor, dá medo de pensar em te perder
Me deixa agora ou mergulha comigo
É sério amor, milênios pra eu encontrar você
Alguns instantes tudo isso termina
Por que você não vem comigo pra Bahia?
O mar revolta, a tempestade vira
Virei refém desse amor, menina
É ilusão dizer que nós não somos do mesmo inteiro
Que os meus sonhos são bobos, traiçoeiros
E acreditar em nós é ser rebelde, desordeiro
Eu não acredito nisso
Prefiro acreditar em toda poesia
Que ela muda mundos e transforma vidas
E que ela te trará pra mim algum um dia
Eu morro aos poucos, como não?
A cabeça vem lutando contra o caos do coração
Meu zelo vira um mostro pronto pra ação
E o desgaste corresponde a destruição
Gata, memória me maltrata
E eu lembro de você em cada cômodo da casa
Gata, memória me maltrata
E eu lembro de você em cada cômodo da casa
Recomeçar é bagunça e baderna
É tanta dor, dá medo de pensar em te perder
Me deixa agora ou mergulhe comigo
É sério amor, milênios pra encontrar você
Alguns instantes e tudo isso termina
Por que você não vem comigo pra Bahia?
O mar revolta, a tempestade vira
Virei refém desse amor, menina
Esse silêncio não vai mais nos esvaziar
Enchendo-nos de coisas as quais vão afogar
Em pensamentos que não vêm o nosso amor salvar
Escolha entre estar aqui ou nos deixar
Sufocado, meu amor morto no front
O jeito que eu queria se perdeu no horizonte
Quem estava muito, muito perto, foi pra longe
Possibilidades e o ontem
Recomeçar é bagunça e baderna
É tanta dor, dá medo de pensar em te perder
Me deixa agora ou mergulhe comigo
É sério amor, milênios pra encontrar você
Alguns instantes e tudo isso termina
Por que você não vem comigo pra Bahia?
O mar revolta, a tempestade vira
Virei refém desse amor, menina
Caos y Desorden
Reiniciar es caos y desorden
Es tanto dolor, da miedo pensar en perderte
Déjame ahora o sumérgete conmigo
Es en serio amor, milenios para encontrarte
Algunos instantes y todo esto termina
¿Por qué no vienes conmigo a Bahía?
El mar se agita, la tormenta se convierte
Me convertí en rehén de este amor, nena
Es una ilusión decir que no somos del mismo mundo
Que mis sueños son tontos, traicioneros
Y creer en nosotros es ser rebelde, desordenado
No creo en eso
Prefiero creer en toda la poesía
Que cambia mundos y transforma vidas
Y que algún día te traerá a mí
Muero poco a poco, ¿cómo no?
La mente lucha contra el caos del corazón
Mi celo se convierte en un monstruo listo para actuar
Y el desgaste corresponde a la destrucción
Gata, la memoria me maltrata
Y te recuerdo en cada habitación de la casa
Gata, la memoria me maltrata
Y te recuerdo en cada habitación de la casa
Reiniciar es caos y desorden
Es tanto dolor, da miedo pensar en perderte
Déjame ahora o sumérgete conmigo
Es en serio amor, milenios para encontrarte
Algunos instantes y todo esto termina
¿Por qué no vienes conmigo a Bahía?
El mar se agita, la tormenta se convierte
Me convertí en rehén de este amor, nena
Este silencio ya no nos va a vaciar
Llenándonos de cosas que nos ahogarán
En pensamientos que no van a salvar nuestro amor
Elige entre estar aquí o dejarnos
Sofocado, mi amor muerto en el frente
La forma en que quería se perdió en el horizonte
Quien estaba muy, muy cerca, se fue lejos
Posibilidades y el ayer
Reiniciar es caos y desorden
Es tanto dolor, da miedo pensar en perderte
Déjame ahora o sumérgete conmigo
Es en serio amor, milenios para encontrarte
Algunos instantes y todo esto termina
¿Por qué no vienes conmigo a Bahía?
El mar se agita, la tormenta se convierte
Me convertí en rehén de este amor, nena
Escrita por: Zévitor Antunes