395px

Para Desvanecer la Nostalgia (part. Fátima Leão)

Zezé Di Camargo & Luciano

Pra Desbotar a Saudade (part. Fátima Leão)

Faço da noite criança
Da estrela esperança e abajur do luar
Cubro de plumas meu peito
Que é como um leito pra te repousar

Busco flores no infinito
Que é bem mais bonito lá dentro de mim
Seu coração me acompanha em forma de manha
Pra eu te cantar

Quando te toco, arrepio
Num beijo deliro, parece que vou flutuar
Quando seus braços me apertam
Sua voz me desperta pra eu te amar

Água nascente das serras
Que lavam as pedras imóveis no chão
Corre entre matos e campos
Riachos e rios, regatos e ribeirão

Lava esse peito meu
Pra desbotar a saudade
Apaga seu nome na areia sem deixar sinal
Apaga seu nome na areia sem deixar sinal

Faço da noite criança
Da estrela esperança e abajur do luar
Cubro de plumas meu peito
Que é como um leito pra te repousar

Busco flores no infinito
Que é bem mais bonito lá dentro de mim
Seu coração me acompanha em forma de manha
Pra eu te cantar

Quando te toco, arrepio
Num beijo deliro, parece que vou flutuar
Quando seus braços me apertam
Sua voz me desperta pra eu te amar

Água nascente das serras
Que lavam as pedras imóveis no chão
Corre entre matos e campos
Riachos e rios, regados e ribeirão

Lava esse peito meu
Pra desbotar a saudade
Apaga seu nome na areia sem deixar sinal
Apaga seu nome na areia sem deixar sinal

Água nascente das serras
Que lavam as pedras imóveis no chão
Corre entre matos e campos
Riachos e rios, regados e ribeirão

Lava esse peito meu
Pra desbotar a saudade
Apaga seu nome na areia sem deixar sinal
Apaga seu nome na areia

Para Desvanecer la Nostalgia (part. Fátima Leão)

Hago de la noche un niño
De la estrella esperanza y farol de la luna
Cubro de plumas mi pecho
Que es como un lecho para que descanses

Busco flores en el infinito
Que es mucho más bonito dentro de mí
Tu corazón me acompaña en forma de mañanita
Para que te cante

Cuando te toco, me estremezco
Con un beso deliro, parece que voy a flotar
Cuando tus brazos me aprietan
Tu voz me despierta para que te ame

Agua naciente de las sierras
Que lavan las piedras inmóviles en el suelo
Corre entre matorrales y campos
Arroyos y ríos, regatos y riachuelos

Lava este pecho mío
Para desvanecer la nostalgia
Borra tu nombre en la arena sin dejar señal
Borra tu nombre en la arena sin dejar señal

Hago de la noche un niño
De la estrella esperanza y farol de la luna
Cubro de plumas mi pecho
Que es como un lecho para que descanses

Busco flores en el infinito
Que es mucho más bonito dentro de mí
Tu corazón me acompaña en forma de mañanita
Para que te cante

Cuando te toco, me estremezco
Con un beso deliro, parece que voy a flotar
Cuando tus brazos me aprietan
Tu voz me despierta para que te ame

Agua naciente de las sierras
Que lavan las piedras inmóviles en el suelo
Corre entre matorrales y campos
Arroyos y ríos, regados y riachuelos

Lava este pecho mío
Para desvanecer la nostalgia
Borra tu nombre en la arena sin dejar señal
Borra tu nombre en la arena

Agua naciente de las sierras
Que lavan las piedras inmóviles en el suelo
Corre entre matorrales y campos
Arroyos y ríos, regados y riachuelos

Lava este pecho mío
Para desvanecer la nostalgia
Borra tu nombre en la arena sin dejar señal
Borra tu nombre en la arena

Escrita por: Fátima Leão