395px

Corazón Sensible

Zézinho Brega

Coração Sensível

Meu amor porque você briga comigo
Eu juro que ainda não sei porque
Por favor queira me explicar
Tudo que está acontecendo de repente
Você briga comigo sem motivo
E sem razão machucando o meu coração
Sensível e inocente de repente você fala
Algumas coisas mais não sei de nada
Do que você está falando você continua me machucando
E eu sofrendo sem merecer chega de tantas brigas
Chega de confusão chega de tantos problemas
Sem nenhuma solução desse jeito assim
Não dar pra gente continuar agente tem que se entender
Precisamos conversar agente tem que se entender
Precisamos conversar chega de tantas brigas
Chega de confusão chega de tantos problemas
Sem nenhuma solução desse jeito assim não dar
Pra gente continuar agente tem que se entender
Precisamos conversar agente tem que se entender
Precisamos conversar chega de tantas brigas
Chega de confusão chega de tantos problemas
Sem nenhuma solução desse jeito assim não dar
Pra gente continuar agente tem que se entender
Precisamos conversar agente tem que se entender
Precisamos conversar

Corazón Sensible

Mi amor, ¿por qué peleas conmigo?
Juro que aún no sé por qué
Por favor, explícame
Todo lo que está sucediendo de repente
Peleas conmigo sin motivo
Y sin razón, lastimando mi corazón
Sensible e inocente, de repente hablas
Algunas cosas, pero no sé de qué estás hablando
Continúas lastimándome
Y yo sufriendo sin merecerlo, basta de tantas peleas
Basta de confusión, basta de tantos problemas
Sin ninguna solución, de esta manera
No podemos seguir, tenemos que entendernos
Necesitamos hablar, tenemos que entendernos
Basta de tantas peleas
Basta de confusión, basta de tantos problemas
Sin ninguna solución, de esta manera no podemos
Seguir, tenemos que entendernos
Necesitamos hablar, tenemos que entendernos
Basta de tantas peleas
Basta de confusión, basta de tantos problemas
Sin ninguna solución, de esta manera no podemos
Seguir, tenemos que entendernos
Necesitamos hablar, tenemos que entendernos
Necesitamos hablar

Escrita por: Zézinho Brega