Sina de Caboclo
Tu que é valente
Homen do interior
É nordestino devoto de padre
Cicero a tua sina é mostra
Pra essa gente que o nordeste brasileiro também
Têm o seu valor
Luiz gonzaga magestade
Do baião fez do forró uma
Folia brasileira
Cabra da peste é lâmpião
Rei do cangaço esse sim é cabra macho
Não deu mole não sr
É eu subo santo ai decima
Pra que essa gente nunca pare de sonhar
Encaro tudo de maneira
Passageira na batida do zabumba
Eu não sei me controlar
Meu verso é a minha forma de expressar
pra essa gente que aqui é meu lugar
Meu canto é forte
É a boca comprida é meu nordeste brasileiro
Minha sina é te amar
Têm nada não nada faltou
Não sou suista também
Tenho o meu valor
Levo comigo a bandeira do nordestina
No meu sonho de menino
Sou caboclo sonhador
Sina de Campesino
Tú que eres valiente
Hombre del interior
Eres nordestino devoto de padre
Cícero, tu destino es mostrar
A esta gente que el noreste brasileño también
Tiene su valor
Luiz Gonzaga, majestad
Del baião hizo del forró una
Fiesta brasileña
Cabra brava es Lampião
Rey del cangaço, ese sí es un hombre valiente
No se dejó vencer, señor
Y yo subo al santo allá arriba
Para que esta gente nunca deje de soñar
Enfrento todo de manera
Pasajera en el ritmo del zabumba
No sé controlarme
Mi verso es mi forma de expresar
Para esta gente que aquí es mi lugar
Mi canto es fuerte
Mi lengua larga es mi nordeste brasileño
Mi destino es amarte
No me falta nada
No soy suizo tampoco
Tengo mi valor
Llevo conmigo la bandera del nordestino
En mi sueño de niño
Soy un campesino soñador
Escrita por: Calango Aceso