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Abismo

Zimbra

Abismo

Nem vi a luz do Sol entrar
Vivi demais só pra esquecer
Se é longe onde eu queria estar
É perto pra poder te ver

Problema está onde não tem
Fique onde está, não me convém
Dá medo

E eu que me atirava do abismo num pulo
Comecei a considerar o chão
Eu me segurei onde é mais absurdo
E a sorte segurou minha mão

Se é menos que eu só quero mais
Me preocupar demais pra quê?
Se eu tô onde eu queria estar
Não tem por que deixar morrer

Problema está onde não tem
Fique onde está, não me convém
Dá medo

E eu que me atirava do abismo num pulo
Comecei a considerar o chão
Eu me segurei onde é mais absurdo
E a sorte segurou minha mão

Eu que me atirava do abismo num pulo
Comecei a considerar o chão
Eu me segurei onde é mais absurdo
E a sorte segurou minha mão

Abismo

No vi la luz del Sol entrar
Viví demasiado solo para olvidar
Si está lejos de donde quería estar
Está cerca para poder verte

El problema está donde no hay
Quedarse donde está, no me conviene
Da miedo

Y yo que me lanzaba al abismo de un salto
Comencé a considerar el suelo
Me agarré donde es más absurdo
Y la suerte tomó mi mano

Si es menos de lo que quiero más
¿Preocuparme demasiado para qué?
Si estoy donde quería estar
No hay razón para dejarlo morir

El problema está donde no hay
Quedarse donde está, no me conviene
Da miedo

Y yo que me lanzaba al abismo de un salto
Comencé a considerar el suelo
Me agarré donde es más absurdo
Y la suerte tomó mi mano

Yo que me lanzaba al abismo de un salto
Comencé a considerar el suelo
Me agarré donde es más absurdo
Y la suerte tomó mi mano

Escrita por: Rafael Costa (Bola)