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El Rey Glotón

Zoroastro

O Rei Guloso

Um cabra impostor
Fingindo ser leal
A gana, destemor
Roupagem ideal
De grande ambição
Gula de general
Essa fome voraz
Abocanha o mundo
Luxúria a brilhar
Dinheiro a preço fundo
Usurário, sem paz
Orgulhoso profundo

Bruxo vil e esperto
Para tudo engolir
Avarento, é certo
Nada pode frear
O bruxêdo encoberto
Pra tudo dominar
Cobiça desvairada
Furacão de desejos
Sua vida em marcha
Pecados e despejos
Prospera com amarras
Mas ninguém é brinquedo

O preço foi cobrado
O poder se rebelou
Destino enrolado
O seu truque falhou
Ganância lhe deu cabo
E tudo evaporou
O bestalhão guloso
Findou sem nada ter
Escravo do seu gozo
Sorriso a esmorecer
O mago presunçoso
O reino a desfazer

O preço foi cobrado
O poder se rebelou
Destino enrolado
O seu truque falhou
Ganância lhe deu cabo
E tudo evaporou
O bestalhão guloso
Findou sem nada ter
Escravo do seu gozo
Sorriso a esmorecer
O mago presunçoso
O reino a desfazer

El Rey Glotón

Un cabrón impostor
Fingiendo ser leal
La avaricia, sin temor
Vestimenta ideal
De gran ambición
Gula de general
Esa hambre voraz
Se traga el mundo
Lujuria a brillar
Dinero a precio hondo
Usurero, sin paz
Orgulloso hasta el fondo

Mago vil y astuto
Para todo engullir
Avaro, es cierto
Nada puede frenar
El hechizo encubierto
Para todo dominar
Codicia descontrolada
Huracán de deseos
Su vida en marcha
Pecados y despojos
Prospera con ataduras
Pero nadie es juguete

El precio fue cobrado
El poder se rebeló
Destino enredado
Su truco falló
La avaricia lo acabó
Y todo se evaporó
El tonto glotón
Terminó sin nada tener
Esclavo de su placer
Sonrisa a desvanecer
El mago presumido
El reino a deshacer

El precio fue cobrado
El poder se rebeló
Destino enredado
Su truco falló
La avaricia lo acabó
Y todo se evaporó
El tonto glotón
Terminó sin nada tener
Esclavo de su placer
Sonrisa a desvanecer
El mago presumido
El reino a deshacer

Escrita por: Paulo Freitas Bittencourt Vieira