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Herencia Nativa

A Moda da Casa

Herança Nativa

Eu trago o cheiro da terra em minhas narinas
E o perfumado ar das campinas nesta saudade em meu coração
Eu trago as lindas paisagens das verdes matas
E o murmúrio daquelas cascatas se debruçando no meu sertão

Eu trago a relva orvalhada daqueles campos
Poeira de estrada e pirilampos que há muito tempo eu já não vejo
Eu vivo longe da terra onde eu nasci
Mas não esqueço que foi ali que aprendi a ser sertanejo

Minha terra natal, a minha gente querida
Minha amada e prometida que não esqueço jamais
A distância é cruel, mas o coração tem asas
Um dia eu volto pra casa e de lá não saio mais

Eu trago presos no laço desta lembrança
Lindos momentos da minha infância que não parecem envelhecer
Raízes no chão da alma apesar dos tempos
Trazendo vivas em meu pensamento coisas que nunca vou esquecer

Eu trago a herança nativa dos pajeadores
E o privilégio dos cantadores que da poesia são prisioneiros
Eu vivo longe da terra onde eu nasci
Mas não esqueço que foi ali que aprendi a ser cancioneiro

Minha terra natal, a minha gente querida
Minha amada e prometida que não esqueço jamais
A distância é cruel, mas o coração tem asas
Um dia eu volto pra casa e de lá não saio mais

Herencia Nativa

Traigo el olor de la tierra en mis fosas nasales
Y el aire perfumado de los campos en esta añoranza en mi corazón
Traigo los hermosos paisajes de los verdes bosques
Y el murmullo de esas cascadas inclinándose sobre mi tierra

Traigo el pasto rociado de esos campos
Polvo de camino y luciérnagas que hace mucho tiempo no veo
Vivo lejos de la tierra donde nací
Pero no olvido que fue allí donde aprendí a ser del campo

Mi tierra natal, mi gente querida
Mi amada y prometida que jamás olvidaré
La distancia es cruel, pero el corazón tiene alas
Un día regresaré a casa y de allí no saldré más

Traigo atrapados en el lazo de este recuerdo
Hermosos momentos de mi infancia que no parecen envejecer
Raíces en el suelo del alma a pesar de los tiempos
Manteniendo vivas en mi pensamiento cosas que nunca olvidaré

Traigo la herencia nativa de los jinetes
Y el privilegio de los cantores que son prisioneros de la poesía
Vivo lejos de la tierra donde nací
Pero no olvido que fue allí donde aprendí a ser trovador

Mi tierra natal, mi gente querida
Mi amada y prometida que jamás olvidaré
La distancia es cruel, pero el corazón tiene alas
Un día regresaré a casa y de allí no saldré más

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