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Un Festival En Perfidia

A Última Theoria

Um Festival Em Perfídia

Eu já não caibo em qualquer lugar
Já não sei bem meu espaço
E o que nos levou a nos ferir
Tanto ao ponto de não ter cura

De quem foi a culpa se éramos só nós?
Quem irá pagar pelos erros?
Quem irá pagar todas as traições?

Eu queria não lembrar mas não consigo
Eu vivo de memórias
E eu já tenho tantos vícios e tantos indícios
De que você é o qual me faz mais mal

Mas eu te escolheria de novo
Eu te escolheria de novo

Por mais que eu me faça de forte
Por dentro, eu peço calma
Já não sei como agir ou rir na mesma intensidade
Em que antes me encontrava

Subestimei você, pensei te conhecer
Mas velhos hábitos não morrem
E seu passado é tão vazio

Isso nunca foi um jogo
Não existe o acaso
Você se torna fruto de suas escolhas
Compartilhe só o que você tem de melhor

Não há mais nada a se fazer
Fomos predestinados ao fim
Foram tantas brigas em vão
Sem nenhum perdão

Atos definem quem somos
Palavras quem queremos ser
Mas hoje eu te conheço tão bem
Que nem de mim mesmo eu sei tão bem

Un Festival En Perfidia

Ya no encajo en cualquier lugar
Ya no sé bien cuál es mi espacio
Y lo que nos llevó a lastimarnos
Tanto al punto de no tener cura

¿De quién fue la culpa si éramos solo nosotros?
¿Quién pagará por los errores?
¿Quién pagará por todas las traiciones?

Quisiera no recordar pero no puedo
Vivo de recuerdos
Y ya tengo tantos vicios y tantos indicios
De que eres lo que más me hace daño

Pero te elegiría de nuevo
Te elegiría de nuevo

Por más que intente ser fuerte
Por dentro, pido calma
Ya no sé cómo actuar o reír con la misma intensidad
Que antes solía hacerlo

Te subestimé, pensé que te conocía
Pero los viejos hábitos no mueren
Y tu pasado es tan vacío

Esto nunca fue un juego
No existe el azar
Te conviertes en fruto de tus elecciones
Comparte solo lo mejor de ti

Ya no hay nada más que hacer
Estábamos destinados al final
Fueron tantas peleas en vano
Sin ningún perdón

Los actos definen quiénes somos
Las palabras, quiénes queremos ser
Pero hoy te conozco tan bien
Que ni de mí mismo sé tan bien

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