Alem das Cinzas
Essa é a ultima carta que irei escrever eu não ligo se você vai entender
As marcas do passado só o presente pode mostrar,
não fiquei louco lutei tanto para te conquistar.
A falsidade nos levou a caminhar, por tantas ruas cegas só o tempo pode dizer
que o passado inconstante veio me mostrar
que hoje eu não sirvo para estar com você.
Universos paralelos, qual é o certo para caminhar?
O mundo me mostrou que só a mim cabe decidir...
(O certo, o errado, o amor e o ódio, procuro o que restou...
Tantos caminhos diferentes em qual acreditar?)
E eu não vou mais acreditar nas palavras que vem de você só pra me salvar...
Essa é a ultima carta que eu irei escrever,
nem o duelo de egos é capaz de apagar da minha mente incoerente,
inconsciente o gelo e o fogo presentes no brilho do seu olhar.
Que guiavam nossas conversas sentados em sua calçada,
os nossos lábios se moviam na mesma sintonia
O mundo parava pra apreciar tanta pureza e emoção
que foi corrompida e lapidada em um passado de ilusão.
Universos paralelos, qual é o certo para caminhar?
O que restou pra mim além das cinzas pelo ar partir...
(O certo, o errado, o amor e o ódio, procuro o que restou...
Tantos caminhos diferentes em qual acreditar?)
Universos paralelos, qual é o certo para caminhar?
O que restou pra mim além das cinzas pelo ar partir...
(O certo, o errado, o amor e o ódio, procuro o que restou...
Tantos caminhos diferentes em qual acreditar?)
Você escolheu o seu lugar aonde o meu mundo não pode te acompanhar,
você esqueceu o que viveu, pois ao meu lado você sempre venceu mas...
E eu não vou mais acreditar nas palavras que vem de você só pra me salvar...
Aonde a sua estupidez jamais pode te levar,
aprendi a caminhar com meus pés e assim irei chegar
Eu não preciso de seu sermão e nem de suas mãos só pra me salvar...
Más allá de las cenizas
Esta es la última carta que voy a escribir, no me importa si vas a entender
Las marcas del pasado solo el presente puede mostrar,
no me volví loco, luché tanto para conquistarte.
La falsedad nos llevó a caminar, por tantas calles ciegas solo el tiempo puede decir
que el pasado inconstante vino a mostrarme
que hoy no sirvo para estar contigo.
Universos paralelos, ¿cuál es el correcto para caminar?
El mundo me mostró que solo a mí me corresponde decidir...
(Lo correcto, lo incorrecto, el amor y el odio, busco lo que quedó...
¿En cuál de los tantos caminos diferentes creer?)
Y ya no voy a creer en las palabras que vienen de ti solo para salvarme...
Esta es la última carta que voy a escribir,
ni el duelo de egos es capaz de borrar de mi mente incoherente,
inconsciente el hielo y el fuego presentes en el brillo de tu mirada.
Que guiaban nuestras conversaciones sentados en tu vereda,
nuestros labios se movían en la misma sintonía
El mundo se detenía para apreciar tanta pureza y emoción
que fue corrompida y pulida en un pasado de ilusión.
Universos paralelos, ¿cuál es el correcto para caminar?
Lo que quedó para mí más allá de las cenizas esparcidas en el aire...
(Lo correcto, lo incorrecto, el amor y el odio, busco lo que quedó...
¿En cuál de los tantos caminos diferentes creer?)
Universos paralelos, ¿cuál es el correcto para caminar?
Lo que quedó para mí más allá de las cenizas esparcidas en el aire...
(Lo correcto, lo incorrecto, el amor y el odio, busco lo que quedó...
¿En cuál de los tantos caminos diferentes creer?)
Elegiste tu lugar donde mi mundo no puede seguirte,
olvidaste lo vivido, porque a mi lado siempre ganaste pero...
Y ya no voy a creer en las palabras que vienen de ti solo para salvarme...
Donde tu estupidez jamás puede llevarte,
aprendí a caminar con mis pies y así llegaré
No necesito de tu sermón ni de tus manos solo para salvarme...
Escrita por: Anderson Balbino / Bruno Roma / Diogo Santos / Jean Strele / Tiko Scaglione