No Fim Das Contas E Dos Contos (O Arcano Moderno)
Vejo as fábulas, incorrigíveis... Meus amigos!
Meio certo, estou quase certo (tudo errado aqui).
Acertando o leme, afinando o golpe
O cult cultuando os cultos
Perdendo a fé, me atrevendo a falar
Dando a cara a tapa e meus "tapas de luva"
Aos que se levantam contra o que é feio
O que é falso e contra o que eu digo
Não vou tomar seu chá de ervas da inveja
Temperando seu bolo podre da maldade
Não há nada novo aqui!
Não há espaço pra nós...
Nem no bar, nem no cinema
Façamos as malas, vamos mudar...
Então tenho a chance de me levantar
Tantas ervas venenosas, vamos tomar esse chá?
Palmas pra ignorância e perda de tempo
O novo é feio e belo pra vocês
Que o amam! Os doze de mim mesmo hei de encontrar
O óbvio e o inútil nesse mesmo rumo (cruel)
As contas de hoje em dia que já não se somam
Não sabe nada e vive as escuras (duras penas)
Acendo a luz e você não vê (onde pisa)
A marca do punhal em breve no meu peito aberto
Você ainda não sabe a cor do sangue em suas veias
Não há nada novo aqui!
Não há espaço pra nós...
Nem no bar, nem no cinema
Façamos as malas, vamos mudar...
Al Final de Cuentas y de Cuentos (El Arcano Moderno)
Veo las fábulas, incorregibles... Mis amigos!
Medio cierto, casi seguro (todo mal aquí).
Ajustando el timón, afinando el golpe
El culto cultuando los cultos
Perdiendo la fe, atreviéndome a hablar
Dando la cara a bofetadas y mis 'bofetadas con guante'
Para aquellos que se oponen a lo feo
A lo falso y a lo que digo
No tomaré tu té de envidia
Sazonando tu pastel podrido de maldad
¡No hay nada nuevo aquí!
No hay lugar para nosotros...
Ni en el bar, ni en el cine
Hagamos las maletas, vamos a cambiar...
Entonces tengo la oportunidad de levantarme
¿Tantas hierbas venenosas, tomaremos ese té?
Aplausos a la ignorancia y pérdida de tiempo
Lo nuevo es feo y hermoso para ustedes
¡Que lo aman! Los doce de mí mismo habré de encontrar
Lo obvio y lo inútil en esta misma dirección (cruel)
Las cuentas de hoy en día que ya no suman
No sabes nada y vives a oscuras (duros castigos)
Enciendo la luz y no ves (dónde pisas)
La marca del puñal pronto en mi pecho abierto
Todavía no sabes el color de la sangre en tus venas
¡No hay nada nuevo aquí!
No hay lugar para nosotros...
Ni en el bar, ni en el cine
Hagamos las maletas, vamos a cambiar...
Escrita por: Ângelo B. Sadra