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Niño Vaquero

Abel e Caim

Menino Boiadeiro

Viajando com boiada lá pro sertão de Goiás
Vi um menino boiadeiro e conheci certos sinais
Perguntei pelo seu nome e quem era o seu pai
Ele respondeu sorrindo, ai, ai
Sou filho de Ouro Fino eu vim lá de Minas Gerias

Há muitos anos passados foi no mês de Fevereiro
Eu deixei o meu povoado e fugi com um boiadeiro
E deixei a minha terra querido estado mineiro
Sei que mamãe tem sofrido, ai, ai
Pesando de eu ter morrido num chifre de um pantaneiro

"Menino preste atenção no que agora eu vou falar
Vá rever sua mãezinha que não cansa de chorar
O meu laço e o berrante de presente eu vou lhe dar
Seremos dois boiadeiros
Eu serei teu companheiro se meu conselho escutar"

Obrigado boiadeiro você mudou meu destino
Hoje mesmo eu sigo viagem pro sertão de Ouro Fino
Abraçar minha mãezinha que no mundo eu muito estimo
Desde esse dia em diante, ai, ai,
Sempre se ouvia o berrante com a volta do menino

Niño Vaquero

Viajando con el ganado hacia el sertão de Goiás
Vi a un niño vaquero y conocí ciertas señales
Pregunté por su nombre y quién era su padre
Él respondió sonriendo, ay, ay
Soy hijo de Ouro Fino, vengo de Minas Gerais

Hace muchos años pasados, fue en el mes de febrero
Dejé mi pueblo y escapé con un vaquero
Dejé mi tierra, querido estado minero
Sé que mamá ha sufrido, ay, ay
Pensando que he muerto en el cuerno de un pantanero

"Niño, presta atención a lo que te voy a decir ahora
Ve a ver a tu mamita que no deja de llorar
Mi lazo y mi berrante te los regalo
Seremos dos vaqueros
Yo seré tu compañero si sigues mi consejo"

Gracias vaquero, cambiaste mi destino
Hoy mismo me voy al sertão de Ouro Fino
Abrazar a mi mamita a quien aprecio mucho en este mundo
Desde ese día en adelante, ay, ay
Siempre se escuchaba el berrante con el regreso del niño

Escrita por: Tanabi, Abel