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Mi Guitarra

Abílio Lessa

Meu Violão

Quando alta noite
Caminhando pela rua
Sob a luz branca da Lua
Eu contei ao meu violão
A minha história infeliz de ter te amado
De ter sido abandonado
Quando mais te amava então

Talvez que se uma boca ele tivesse
Dizer também não pudesse
Como em notas ele o fez
E em seu planger dolente eu compreendia
Tudo o que ele a mim dizia
Pelas cordas a vibrar

Eu que era alegre e vivia tão contente
Desse amor fiquei descrente
Nunca mais pude cantar
E o meu violão amargurado e combalido
De tristeza abatido
Nunca mais tocou também

E o meu violão amargurado e combalido
De tristeza abatido
Nunca mais tocou também

Talvez que se uma boca ele tivesse
Dizer também não pudesse
Como em notas ele o fez

E em seu planger dolente eu compreendia
Tudo o que ele a mim dizia
Pelas cordas a vibrar

Eu que era alegre e vivia tão contente
Desse amor fiquei descrente
Nunca mais pude cantar
E o meu violão amargurado e combalido
De tristeza abatido
Nunca mais tocou também

E o meu violão amargurado e combalido
De tristeza abatido
Nunca mais tocou também

Mi Guitarra

Cuando alta la noche
Caminando por la calle
Bajo la luz blanca de la Luna
Le conté a mi guitarra
Mi historia infeliz de haberte amado
De haber sido abandonado
Cuando más te amaba entonces

Quizás si tuviera una boca
No podría decirlo también
Como en notas lo hizo
Y en su lamento doliente comprendía
Todo lo que él me decía
Por las cuerdas a vibrar

Yo que era alegre y vivía tan contento
De este amor quedé incrédulo
Nunca más pude cantar
Y mi guitarra amargada y herida
De tristeza abatida
Nunca más tocó también

Y mi guitarra amargada y herida
De tristeza abatida
Nunca más tocó también

Quizás si tuviera una boca
No podría decirlo también
Como en notas lo hizo

Y en su lamento doliente comprendía
Todo lo que él me decía
Por las cuerdas a vibrar

Yo que era alegre y vivía tan contento
De este amor quedé incrédulo
Nunca más pude cantar
Y mi guitarra amargada y herida
De tristeza abatida
Nunca más tocó también

Y mi guitarra amargada y herida
De tristeza abatida
Nunca más tocó también

Escrita por: Abílio Lessa