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Regreso de un Vaquero

Adelito e Rebelde

Regresso de Um Vaqueiro

Hoje ao reler aquela carta que guardei
Já embaçada com os pingos de lágrimas
Juro que outra vez chorei
E ao recordar daquela vida do sertão
A saudade me apertou
Juro pois não suportei

Na carta eu vejo
Minha deusa, minha prenda
O monjolo e a moenda
Pai João, velho carreiro

Vejo as campinas
O estradão empoeirado
O mugido da boiada
E o cantos dos boiadeiros

Pois nesta carta ela me xinga
Me faz insulto
Diz que eu era um vaqueiro bruto
Mas que por nada me esqueceu

Parece que sabe
Que cantando não sou feliz
Que meu lugar é aí
Pertinho do seu coração

Pois vou voltar
Rever meus amigos, minha prenda
O monjolo e a moenda
Tomar benção de Pai João

E os boiadeiros
Minha prenda e Pai João
Novamente cantaremos
O Luar do Meu Sertão

Não há ó gente, ó não
Luar como este do sertão
Não há ó gente, ó não
Luar como este do sertão

Não há ó gente, ó não
Luar como este do sertão

Regreso de un Vaquero

Hoy al releer aquella carta que guardé
Ya empañada con las gotas de lágrimas
Juro que otra vez lloré
Y al recordar de aquella vida del campo
La nostalgia me apretó
Juro que no lo soporté

En la carta veo
Mi diosa, mi prenda
El molino y la molienda
Padre Juan, viejo carretero

Veo los campos
El camino polvoriento
El mugido del ganado
Y el canto de los vaqueros

Porque en esta carta ella me insulta
Me dice cosas feas
Dice que era un vaquero bruto
Pero que no me olvidó por nada

Parece que sabe
Que cantando no soy feliz
Que mi lugar es ahí
Cerca de su corazón

Así que voy a regresar
A ver a mis amigos, mi prenda
El molino y la molienda
Recibir la bendición de Padre Juan

Y los vaqueros
Mi prenda y Padre Juan
De nuevo cantaremos
El Claro de Luna de Mi Campo

No hay, oh gente, no
Claro de luna como este del campo
No hay, oh gente, no
Claro de luna como este del campo

No hay, oh gente, no
Claro de luna como este del campo

Escrita por: Adelito