Caroline Gritava Em Silêncio
Eu vou tentar esquecer
Esconder todas as suas cartas
Você pode até tentar viver em meio as fotos rasgadas
Hoje o seu sorriso me traz
A memória que vem de longe
De quando habitava a paz no amarelo desse horizonte
Deixei de lado a distância
Trouxe pra perto a inconstância que habita o meu ser
Nesse barco não cabe nós dois
Não deixe o passado pra depois
Você não sabe o que eu fiz pra esquecer
E e eu não esqueci
Eu não me esqueci
Eu deveria escrever canções que não lembram você
E só pensar em quando a onda batia
Eu posso prescrever um remédio pra curar você
Te fazer lembrar que a tempestade, um dia vira calmaria
Não é sobre mim, é sobre você
E tudo que eu fiz pra tentar esquecer
Os versos, as cartas e toda fumaça
Que em mim vieram fazer morada
Hoje eu entendo essa faca na mão
Rasgando em pedaços o seu coração
E não vai mais desfazer as lembranças
Você não se cansa
Eu deveria escrever canções que não lembram você
E só pensar em quando a onda batia
Eu posso prescrever um remédio pra curar você
Te fazer lembrar que a tempestade, um dia vira calmaria
Eu deveria escrever canções que não lembram você
E só pensar em quando a onda batia
Eu posso prescrever um remédio pra curar você
Te fazer lembrar de quando éramos dois
E você sorria
Carolina Gritaba en Silencio
Voy a intentar olvidar
Esconder todas tus cartas
Puedes intentar vivir entre las fotos rasgadas
Hoy tu sonrisa me trae
El recuerdo que viene de lejos
Cuando habitaba la paz en el amarillo de ese horizonte
Dejé de lado la distancia
Traje cerca la inconstancia que habita en mi ser
En este barco no cabemos los dos
No dejes el pasado para después
No sabes lo que hice para olvidar
Y yo no olvidé
No me olvidé
Debería escribir canciones que no te recuerden
Y solo pensar en cuando la ola golpeaba
Puedo recetar una medicina para curarte
Hacerte recordar que la tormenta, algún día se calmará
No se trata de mí, se trata de ti
Y todo lo que hice para intentar olvidar
Los versos, las cartas y todo el humo
Que vinieron a hacer morada en mí
Hoy entiendo este cuchillo en la mano
Destrozando en pedazos tu corazón
Y no deshará los recuerdos
Tú no te cansas
Debería escribir canciones que no te recuerden
Y solo pensar en cuando la ola golpeaba
Puedo recetar una medicina para curarte
Hacerte recordar que la tormenta, algún día se calmará
Debería escribir canciones que no te recuerden
Y solo pensar en cuando la ola golpeaba
Puedo recetar una medicina para curarte
Hacerte recordar cuando éramos dos
Y tú sonreías
Escrita por: Gabriel Tempobono