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Mala Suerte

Adolfinho e Urso Negro

Negra Sorte

Você estava indiferente naquela noite
Não me abraçou, nem me beijou, não disse nada enfim
Aproximou-se em silêncio e em silêncio foste
Fiquei pensando, será que não gosta mais de mim

Para o meu coração foi duro o açoite
Quase me leva para o além
Foi negra, tão negra aquela noite
As que se seguiram, negras também

Hoje, porém, me abraçou e me beijou
Com todo ardor, com ansiedade louca
Ternas palavras de eterno amor
Aos meus ouvidos murmurou sua boca

Fiquei tão feliz, feliz, feliz, feliz
Como nunca fui em minha vida
E a negra noite tão infeliz
Já foi de tudo por mim esquecida

Mala Suerte

Estabas indiferente esa noche
No me abrazaste, ni me besaste, no dijiste nada en fin
Te acercaste en silencio y en silencio te fuiste
Me quedé pensando, ¿será que ya no me quieres?

Para mi corazón fue duro el golpe
Casi me lleva al más allá
Fue negra, tan negra esa noche
Las que vinieron después, también negras

Hoy, sin embargo, me abrazaste y me besaste
Con todo el ardor, con ansias locas
Ternas palabras de amor eterno
A mis oídos susurró tu boca

Estaba tan feliz, feliz, feliz, feliz
Como nunca antes en mi vida
Y la negra noche tan desdichada
Ya fue olvidada por completo

Escrita por: Zé Vital