Os Imortais/ Construção/ Me Deixa Em Paz/ Não Me Diga Adeus/ Lá Vem Salgueiro/ Pois É/ a Flor e o Espinh / Sinfonia do Carnava / Dia 4 de Dezembro (pot-pourri)
Avise a Maria que eu cheguei
Cheguei dessa vez para ficar
E por todos lugares onde andei
Eu só trouxe tristezas pra contar!
Corre ali, vai lá!
Avise a Maria que eu cheguei
Cheguei dessa vez para ficar
E por todos lugares onde andei
Eu só trouxe tristezas pra contar!
Amou daquela vez como se fosse a última
Beijou sua mulher como se fosse a última
E cada filho seu como se fosse o único
Atravessou a rua com seu passo tímido
Se você não me queria
Não devia me procurar
Não devia me iludir
Nem deixar eu me apaixonar
(Se você não me queria)
(Não devia me procurar)
(Não devia me iludir)
(Nem deixar eu me apaixonar)
(Não, não me diga adeus)
(Pense nos sofrimentos meus)
(Não, não me diga adeus)
(Pense nos sofrimentos meus)
(Se esse ano o Salgueiro não ganhar)
(Eu posso até chorar)
(Mas no ano que vem novamente na avenida eu vou sambar)
(Se esse ano o Salgueiro não ganhar)
(Eu posso até chorar)
(Mas no ano que vem novamente na avenida eu vou sambar)
É não, pois é
Falaram tanto que desta vez
A morena foi embora
Disseram que ela era a maioral
E eu é quem não soube aproveitar
Tire o seu sorriso do caminho
Que eu quero passar com a minha dor
Hoje pra você eu sou espinho
Espinho não machuca a flor
Eu só errei quando juntei minh'alma a sua
O sol não pode viver perto da lua
O carnaval
É o lenço da dor
Vamos todos cantar
E pensar no amor
O carnaval!
(O carnaval)
(É o lenço da dor)
(Vamos todos cantar)
(E pensar no amor)
Tiriê, tiriê, relampejou
Tiriê, tiriê, relampejou
Los Inmortales/ Construcción/ Déjame en Paz/ No Me Digas Adiós/ Ahí Viene Salgueiro/ Pues Sí/ La Flor y el Espino/ Sinfonía del Carnaval/ 4 de Diciembre (pot-pourri)
Avísale a María que ya llegué
Llegué esta vez para quedarme
Y por todos los lugares donde anduve
Solo traje tristezas para contar!
¡Corre allí, ve allá!
Avísale a María que ya llegué
Llegué esta vez para quedarme
Y por todos los lugares donde anduve
Solo traje tristezas para contar!
Amó aquella vez como si fuera la última
Besó a su mujer como si fuera la última
Y a cada hijo suyo como si fuera el único
Cruzó la calle con su paso tímido
(Si no me querías)
(No debiste buscarme)
(No debiste ilusionarme)
(Ni dejarme enamorar)
(Si no me querías)
(No debiste buscarme)
(No debiste ilusionarme)
(Ni dejarme enamorar)
(No, no me digas adiós)
(Piensa en mis sufrimientos)
(No, no me digas adiós)
(Piensa en mis sufrimientos)
(Si este año Salgueiro no gana)
(Puedo hasta llorar)
(Pero el año que viene nuevamente en la avenida voy a bailar)
(Si este año Salgueiro no gana)
(Puedo hasta llorar)
(Pero el año que viene nuevamente en la avenida voy a bailar)
No, pues sí
Dijeron tanto que esta vez
La morena se fue
Dijeron que ella era la mejor
Y yo fui quien no supo aprovechar
Quita tu sonrisa del camino
Que quiero pasar con mi dolor
Hoy para ti soy espino
El espino no lastima a la flor
Solo me equivoqué al juntar mi alma con la tuya
El sol no puede vivir cerca de la luna
El carnaval
Es el pañuelo del dolor
Vamos todos a cantar
Y pensar en el amor
¡El carnaval!
(El carnaval)
(Es el pañuelo del dolor)
(Vamos todos a cantar)
(Y pensar en el amor)
Tiriê, tiriê, relampagueó
Tiriê, tiriê, relampagueó
Escrita por: Chico Buarque, Jorge Ben, Nelson Cavaquinho, Guilherme Debrito, Monsueto, Paquito, Tiâo Motorista, Luiz Soberano, Concessa Lacerda, Agepê, Alcides Caminha, Jose Orlando, João Correia da Silva, Helena de Lima, Ayrton Amorim, Ataufo Alves