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Los Rudos También Aman / Tristeza Maldita / Quién Sabe

Agnaldo Timóteo

Os Brutos Também Amam / Tristeza Danada / Quem Sabe

Você jamais vai entender
O amor que eu lhe dei
Talvez estranho pra você
Mas só eu sei o quanto amei
No mundo triste de onde eu vim
Nada disso tem valor
Nele tudo se embrutece
Mas o coração esquece
Quando tem um grande amor
Você não devia esperar
Que eu fosse diferente do que sou
Com amor seria fácil entender
O meu jeito meio rude de querer
Que pena tudo terminar
Da maneira que acabou
O seu amor não foi bastante
Pra querer-me como eu sou
Você um dia vai saber
Que eu te amei como ninguém
Minhas lágrimas reclamam
Elas dizem no meu pranto
Que os brutos também amam

Ontem eu vi seu retrato
Eu não me contive
E logo comecei a chorar
Ai, ai, que tristeza danada
Que saudade imensa essa sua ausência me dá
Peguei o meu telefone
Não tive coragem de telefonar pra você
Jurei por Deus, te esquecer mas querer não é poder
O sono saiu correndo
Meu nervo abalado
Minha casa não me cabia
Meu coração sofrendo
Minha saudade crescia
Vem me aquecer
Eu te darei o céu
É impossível eu viver sem você
Eu te amo, te amo, te amo
Vem pra ficar
Eu te darei o infinito
O amor é lindo e não deve morrer
Vem para ficar comigo

Tão longe, de mim distante
Onde irá, onde irá teu pensamento
Tão longe, de mim distante
Onde irá, onde irá teu pensamento
Quisera saber agora, quisera saber agora
Se esqueceste, se esqueceste, se esqueceste o juramento
Quem sabe se és constante, se ainda é meu, seu pensamento
Minha alma toda devora, da saudade, da saudade, agro tormento
Tão longe, de mim distante
Onde irá, onde irá teu pensamento
Tão longe, de mim distante
Onde irá, onde irá teu pensamento
Quisera saber agora
Quisera saber agora
Se esqueceste
Se esqueceste, se esqueceste o juramento
Quem sabe se és constante, se ainda é meu, seu pensamento
Minha alma toda devora, dá a saudade, dá a saudade agro tormento

Los Rudos También Aman / Tristeza Maldita / Quién Sabe

Nunca entenderás
El amor que te di
Quizás extraño para ti
Pero solo yo sé cuánto amé
En el mundo triste de donde vengo
Nada de esto tiene valor
Todo se vuelve bruto
Pero el corazón olvida
Cuando hay un gran amor
No deberías esperar
Que fuera diferente de lo que soy
Con amor sería fácil entender
Mi manera un poco ruda de querer
Qué pena que todo termine
De la forma en que acabó
Tu amor no fue suficiente
Para quererme como soy
Algún día sabrás
Que te amé como nadie
Mis lágrimas reclaman
Dicen en mi llanto
Que los rudos también aman

Ayer vi tu retrato
No pude contenerme
Y comencé a llorar de inmediato
Ay, ay, qué tristeza maldita
Qué inmenso dolor me da tu ausencia
Tomé mi teléfono
No tuve el valor de llamarte
Juré por Dios olvidarte, pero querer no es poder
El sueño se escapó
Mis nervios alterados
Mi casa me quedaba pequeña
Mi corazón sufriendo
Mi añoranza creciendo
Ven a calentarme
Te daré el cielo
Es imposible vivir sin ti
Te amo, te amo, te amo
Ven a quedarte
Te daré el infinito
El amor es hermoso y no debe morir
Ven a quedarte conmigo

Tan lejos, lejos de mí
Dónde irá, dónde irá tu pensamiento
Tan lejos, lejos de mí
Dónde irá, dónde irá tu pensamiento
Quisiera saber ahora, quisiera saber ahora
Si olvidaste, si olvidaste, si olvidaste el juramento
Quién sabe si eres constante, si aún es mío, tu pensamiento
Mi alma entera devora, de la añoranza, del tormento amargo
Tan lejos, lejos de mí
Dónde irá, dónde irá tu pensamiento
Tan lejos, lejos de mí
Dónde irá, dónde irá tu pensamiento
Quisiera saber ahora
Quisiera saber ahora
Si olvidaste
Si olvidaste, si olvidaste el juramento
Quién sabe si eres constante, si aún es mío, tu pensamiento
Mi alma entera devora, de la añoranza, del tormento amargo

Escrita por: Antonio Carlos Gomes / Erasmo Carlos / F. L. Bittencourt Sampaio / Majo / Roberto Carlos