Ventila Salvador
Ventila Salvador
Cidade de paz e alegria
Filha da Bahia
Semente do Brasil
Dos becos, vielas, quebradas, baixadas ou Palacetes
Cheia de enfeites, confetes, serpentinas de carnaval
Valor não se perde se mostra contente no sorriso da gente
Coração acolhedor, meu amor, Salvador, Minha Bahia
Nossa gente bonita, de trança nagô
Descendo a ladeira do pelo, é lindo de se ver
Baianas lavando escadarias, Santo Amaro e Bonfim
Em Paris quem diria
Roberto Chaves lavou Madaleine
Isso é cultura ancestralidade
História viva, terra de verdade
Povo de raça e fé
Orgulho de ser Salvador da Bahia
Esse é meu valor
Turbante negro elegante
Cortejo dançante, rasta do ilê
Liberdade, povo negro nagô
Mistura, caldeirão de cultura
Cores alegres, fitas, senhor do Bonfim
Dique dos orixás, Cira, Itapuã
Gostinho de dendê
Maculêlê, e tem chegança, marujada
A barquinha, timbalada, os tambores do pelô
Clarindo Silva onde a lua fez morada
Na cantina mais falada, boêmia no Terreiro de Jesus
Plano inclinado, altos e baixos, ladeirinhas
Cidade sem metrô, mas as com muito amor
Mas, com muito amor, um dia chego lá
Ventila Salvador
Ventila Salvador
Ciudad de paz y alegría
Hija de Bahía
Semilla de Brasil
De callejones, callejuelas, barrios bajos, bajadas o Palacetes
Llena de adornos, confeti, serpentinas de carnaval
El valor no se pierde, se muestra contento en la sonrisa de la gente
Corazón acogedor, mi amor, Salvador, Mi Bahía
Nuestra gente bonita, de trenzas nagô
Bajando la cuesta del pelo, es hermoso de ver
Baianas lavando escalinatas, Santo Amaro y Bonfim
En París, quién lo diría
Roberto Chaves lavó Madaleine
Esto es cultura ancestralidad
Historia viva, tierra de verdad
Pueblo de raza y fe
Orgullo de ser Salvador de Bahía
Ese es mi valor
Turbante negro elegante
Cortejo bailante, rasta del ilê
Libertad, pueblo negro nagô
Mezcla, caldero de cultura
Colores alegres, cintas, señor del Bonfim
Dique de los orixás, Cira, Itapuã
Sabor a aceite de palma
Maculêlê, y tiene chegança, marujada
La barquita, timbalada, los tambores del pelô
Clarindo Silva donde la luna hizo morada
En la cantina más hablada, bohemia en el Terreiro de Jesus
Plano inclinado, altos y bajos, cuestecitas
Ciudad sin metro, pero con mucho amor
Pero, con mucho amor, un día llegaré allá