Capoeira
Ê capoeira
abre a roda que agora eu quero entrar
e quem quiser pode vir me desafiar
eu não tenho medo viver
também não tenho medo de morrer
eu sou um cabra macho meu irmão
e o coro comendo na palma da mão
capoeira é cultura negra é jinga é amor
e pra quem sabe
a jinga é arte e tem seu valor
Ê capoeira
já dizia preto velho
toma cuidado com esse mundo
cu de bêbado não tem dono
e quem não trabalha é vagabundo
eu vim lá da Paraíba
eu vim lá do fim do mundo
aqui na minha marmita tem rapa-dura
e jabá com jerimum
Capoeira
¡Eh, capoeira!
abre la rueda que ahora quiero entrar
y quien quiera puede desafiarme
no tengo miedo de vivir
tampoco tengo miedo de morir
soy un hombre valiente, hermano
y el coro comiendo en la palma de la mano
capoeira es cultura negra, es jinga, es amor
y para quien sabe
la jinga es arte y tiene su valor
¡Eh, capoeira!
decía el viejo negro
ten cuidado con este mundo
culo de borracho no tiene dueño
y quien no trabaja es vago
vengo de Paraíba
vengo del fin del mundo
aquí en mi marmita hay rapadura
y jabalí con calabaza