Purgatório
Caminhando em meio ao labirinto que eu mesmo criei
Ao meu redor vejo montanhas sem atalhos por onde passei
Corvos negros que me acompanham
E a neblina a me cercar
Rosas negras que aos poucos sangram ouço
Vozes pertubadas ao longe a ecoar
Posso sentir que ficarei bem
Não tenho mais vontade de chorar
Não chore mais também por mim
Pois nada mais pode me levar
De volta pra casa
Última lembrança que eu posso recordar
É do fundo do meu copo de bebida velho uísque fermentado
Dedo no gatilho velho garrucho enferrujado
E agora me encontro em meu purgatório
Posso sentir que ficarei bem
Não tenho mais vontade de chorar
Não chore mais também por mim
Pois nada mais pode me levar
De volta pra casa
Purgatorio
Caminando en medio del laberinto que yo mismo creé
A mi alrededor veo montañas sin atajos por donde pasé
Cuervos negros que me acompañan
Y la neblina que me rodea
Rosas negras que poco a poco sangran escucho
Voces perturbadas a lo lejos resonar
Puedo sentir que estaré bien
Ya no tengo ganas de llorar
No llores más por mí tampoco
Porque nada más puede llevarme
De vuelta a casa
Último recuerdo que puedo recordar
Es desde el fondo de mi vaso de bebida, viejo whisky fermentado
Dedo en el gatillo, viejo revólver oxidado
Y ahora me encuentro en mi purgatorio
Puedo sentir que estaré bien
Ya no tengo ganas de llorar
No llores más por mí tampoco
Porque nada más puede llevarme
De vuelta a casa